Maquiavel, Hobbes e Russeau

471 palavras 2 páginas
Nicolau Maquiavel – (1469 - 1527).
Maquiavel é considerado o fundador do pensamento político contemporâneo, pois foi o primeiro a desassociar a moral da política. Não se sabe que forma de governo que Maquiavel achava “melhor”, pois ora ele tendia a republica, ora a monarquia. Para ele isso não era tão importante, pois dizia que a história era cíclica, e que os governos de degeneravam. Da monarquia à tirania, desta à oligarquia e à aristocracia, que, por sua vez, recaíam na democracia que, no fim, só terá solução com um ditador. Por isso, criou dois conceitos chave: virtú e fortuna. Fortuna é as circunstancias ao tempo presente e as necessidades do mesmo, a sorte da pessoa. Virtú é a a capacidade do político de controlar as ocasiões e acontecimentos, vendo na fortuna a possibilidade de criar uma estratégia para alcançar determinado coisa, agindo pensando somente no destino final. Maquiavel dizia que “os fins justificam os meios” e, portanto cabe ao politico encontrar uma estratégia para atingir um determinado fim. Nicolau acreditava que para manter poder absoluto, um governante poderia matar, roubar e mentir sem nenhum problema.
Thomas Hobbes – (1588 - 1679).
Hobbes iniciou o contratualismo, que dizia que a sociedade deve ser gerida por um contrato entre o estado e o povo. Ele acreditava que o homem era, por natureza, individualista, e que não existe prazer algum na companhia uns dos outros. Era absolutista e também dizia que o Estado é a única forma de impedir o caos. Ele acreditava no direito natural, que é a liberdade que cada um tem de servir da própria força segundo sua vontade, para proteger sua própria vida. E porque é uma condição de guerra entre si, resulta que, numa situação como essa, cada um tem direito sobre todas as coisas. Enquanto existir esse direito natural de cada pessoa sobre tudo e todos, não existe para nenhum homem segurança.
Jean-Jacques Rosseau – (1712 - 1778).
A filosofia de Rousseau tem como essência a crença de que o homem é bom

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