Manual loteamento

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Manual de Loteamentos e
Urbanização
Juan Luis Mascaró

ARQ 1206 - Urbanização de Encostas - Análise
Prof Sônia Afonso
segundo trimestre 2003
Adriana Fabre Dias

1. Retículas Urbanas e Custos
1.1. Aspectos gerais do traçado urbano
O traçado urbano começa pela definição de avenidas, ruas e
caminhos para pedestres, necessários para tornar acessíveis as
diferentes partes do espaço aserem organizadas.
Essas avenidas, ruas ou caminhos assumem traçados e desenhos
muito diferentes, conforme a topografia do local, as características
do usuário e o motivo pelo qual transita nestas vias. (pg 15)

Existem diversos tipos de traçados e retículas urbanas, sendo o
modelo da quadrícula ortogonal o mais econômico.
Malhas não ortogonais são em média 20 a 50 % mais caras do que
malhasortogonais, considerando-se a quantidade de metros de
vias e redes em geral por lote servido.
A ilustração abaixo demonstra como os lotes irregulares terão
importantes perdas de área útil.

Estrutura de um quarteirão triangular da
cidade de Paris - Modelo Moscou-Clapeyron

Exemplos de malhas urbanas abertas e semiabertas

1.2. Combinações de traçados
Vias de trânsito intenso eartérias principais, traçado em
malha fechada, que permite
menores percursos;
Vias de trânsito eventual,
secundárias o traçado é em
malha aberta, que permite
menores custos de implantação
da infra-estrutura.
Para malhas principais e
quarteirões maiores do que
usual.
Planta da cidade de Radburn, Ney Jersey,
USA. Projeto Stein e Wrigth, 1929.

1.3. Quarteirões sem ruas de penetração
1.3.1.Localização de lotes em quadras sem ruas de penetração
1.3.2.Comparação econômica entre quarteirões quadrados e
retangulares
1.4. Quarteirões com ruas de penetração
1.5. Forma dos lotes
1.5.1. Lotes de formas irregulares

2. O tipo de sítio e as alternativas de
implantação da urbanização
2.1. Aspectos gerais
Todo sítio tem na topografia suas características principais.
Todo sítio temum ecossistema natural que, em maior ou menor
grau, é agredido quando sobre ele se faz um assentamento
urbano.
Geralmente os sistemas mais agradáveis são aqueles que contêm
menores alterações, tornando-se mais econômicos e estáveis no
tempo.

2.2. Declividade do sitio
- 2% ou mais: são locais que devem ser evitados, pois terão
dificuldades de drenagem;
- 2 a 7%: são locais ideais paraqualquer uso, parecem planos;
- 8 a 15%: são locais que servem, mas com certas restrições, na
situação original podem servir para atividades que não precisem de
construções, em caso contrário, devem ser feitos cortes e aterros
para dotá-los de patamares;
- 16 a 30%: são locais que devem ser evitados, são necessárias
obras especiais para sua utilização;
- Mais de 30%: são terrenos inadequadospara construções e
precisam de obras especiais para sua estabilização.

2.3. Traçados urbanos e curvas de nível
Como regra geral devemos escolher a posição e direção de todas
as ruas, de forma a ter declividade suficiente para escoar as águas
da chuva, para isso as ruas deverão ser posicionadas cortando as
curvas de nível.
Quanto menos alterações nas curvas de nível existentes maiseconômica, estável e agradável é a implantação.
2.3.1. Traçados em terrenos acidentados
Num terreno acidentado, o traçado devera interpretar, respeitar e
tirar o melhor proveito da topografia, consequentemente será
trabalhoso e exigirá vários ajustes e modificações até atingir uma
situação de equilíbrio entre ruas, lotes, aterros e cortes.

3. Largura e função das ruas
3.1. Condições gerais
Oprojeto da rua deve se adequar
às necessidades do usuário.

Principais perfis de ruas

3.2. Perfis e larguras de ruas
e caminhos
- o primeiro esquema mostra
uma rua convencional
com meia calçada
pavimentada, a parte
não pavimentada pode
ser usada como
estacionamento 45 ou
90º.
- o segundo esquema
mostra uma rua com
canais laterais que
também podem ser
utilizados como...
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