Malinowski

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 8 (1768 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 16 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
Bronislaw Malinowski (1884‐1942)
1913- The family among the Australian aborigenes: a sociological study. 1922- The argonauts of the Western Pacific. 1926- Crime and custom in savage society. 1927- Sex and repression in savage society 1929- The sexual life of savages in north-western Melanesia. 1935- Coral gardens and their magic. 1944- A scientific theory of culture, an other essays. Malinowski. Influenciado pelo Notes and  Queries de 1912 Influenciado por Frazer – A rama  dourada.  PhD em Cracovia. 1911 – Seligman, Rivers e Haddon  propõem campo para Malinowski.  Sudam, camponeses poloneses. 1914‐ Embarca para Austrália. Port  Moresby. Não gosta e vai para  Mailu.  1915‐volta ao campo. Kiriwina – Trobiands. Se concentra nas  cerimônia agrícolas, crenças e cerimônias, peculiar sistema de  comercio. Passa uma ano e meio  na Austrália. 1917 Retorno aos trobiandeses.

O Kula

O kula é um intercambio ritual de  presentes que se acompanha de  expedições comerciais. Como ritual  intertribal articula diferentes  grupos que participam do  intercambio de colares e  braceletes.

Os colares soluva circulam no sentido  horário e os braceletes  mwali no sentido anti‐horário.

• Analogia com física e química, necessidade de  explicitar o método, dados e condições da experiência  e observação. • “O etnógrafo tem que percorrer esta distancia[entre o  material bruto e apresentação final dos dados] ao  longo dos anos laboriosos que transcorrem desde o  momento em que pela primeira vez pisa uma praia  nativa e faz suas primeiras tentativas no sentido de comunicar‐se com os habitantes da região, até a fase  final dos seus estudos, quando redige a versão  definitiva dos resultados obtidos”.

• “Imagine‐se o leitor  sozinho, rodeado  apenas de seu  equipamento, numa  praia tropical  próxima de uma  aldeia nativa, vendo  a lancha ou barco  que o trouxe afastar‐ se no mar até  desaparecer de  vista”.  (Introdução, III) “Imagine‐se entrando na aldeia, sozinho  ou acompanhado de seu guia branco.  Alguns dos nativos se reúnem ao seu  redor – principalmente quando sentem  cheiro de tabaco. Outros, os mais  velhos e de maior dignidade, continuam  sentados onde estão.” 

• Constrói tríade
– Nativos – Brancos – Etnógrafo “Qual e, então a magia do etnógrafo, com a qual ele  consegue evocar o verdadeiro espírito dos nativos, numa visão autêntica da vida tribal?” Método

• Princípios metodologicos
– Objetivos genuinamente científicos e conhecer os  valores e critérios da etnografia moderna; – Boas condições de trabalho, viver mesmo entre os  nativos sem depender de outros brancos; – Aplicar certos métodos especiais de coleta,  manipulação e registro da evidência.

Condições adequadas à pesquisa etnográfica. •Afastar‐se da companhia de outros brancos,  acampando dentro da própria aldeia. • Através deste relacionamento natural,  aprendemos a conhecê‐los, familiarizamo‐nos  com seus costumes e crenças de modo muito  melhor que quando dependemos de  informantes pagos e, como freqüentemente  acontece, entediados.

• [Estar em contato]  para o etnógrafo  significa que sua vida  na aldeia, no começo  uma estranha aventura por vezes  desagradável, por  vezes  interessantíssima,  logo assume um  caráter natural (...)

• Com o passar do  tempo deixaram de  demonstrar  curiosidade ou  alarma • “Sabendo que eu  meteria o nariz em  tudo, até mesmo  nos assuntos que  um nativo bem  educado jamais  ousaria  intromerter‐se (...)”

• Muitas e muitas vezes também cometi erros  de etiqueta que os nativos, já bem acostumados comigo me apontavam  imediatamente. Tive de aprender a  comportar‐me como eles e desenvolvi uma  certa percepção para aquilo que eles  consideravam como “boas” ou “más”  maneiras.

• Não é suficiente, todavia que o etnógrafo  coloque suas redes no local certo e fique à  espera de que a caça caia nelas. Ele precisa ser  um caçador ativo e atento, atraindo a caça, ...
tracking img