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Universidade Anhanguera UNIDERP
POLO - UNI EDUCAÇÃO 7109
Pedagogia – 2 ª Série – LIBRAS

TUTORA A DISTANCIA: Profa. Dra. Lilian Cristine Ribeiro Nascimento
TUTORA PRESENCIAL: Divina Sousa

Aluno R´A Email

Goiânia
13 /11/ 12

Universidade Anhanguera UNIDERP
POLO - UNI EDUCAÇÃO 7109
Pedagogia – 2 ª Série – LIBRAS

TEMA:
Oprocesso de ensino e aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais na prática docente.

* ÍNDICE
* RESUMO
* INTRODUÇÃO
* ONCLUSÃO
* REFERÊNCIA

Universidade Anhanguera UNIDERP
POLO - UNI EDUCAÇÃO 7109
Pedagogia – 2 ª Série – Didática

RESUMO

O presente artigo foi realizado de acordo com os estudos bibliográficos e apresenta a posição do educador diante da inclusão escolardos alunos especiais e a prática docente. Enfatiza algumas leis, estratégias e recursos necessários para assegurar o desenvolvimento e favorecer a construção de uma aprendizagem significativa aos alunos especiais. Visa alcançar objetivos estabelecidos, de forma a sensibilizar e conscientizar a todas as pessoas, bem como salientar a importância da aceitação e reconhecimento dos limites epotencialidades dos alunos portadores de necessidades especiais. Além de tratar de questões como a inclusão de pessoas com deficiências na escola regular e adaptações dos profissionais que aprendem na prática, dividindo e compartilhando experiências adquiridas neste processo, deficiência auditiva e surdo e inclusão social e educacional, do curso de pedagogia do IIº semestre do ano de 2012 ministrado pelatutora EAD. E pela professora presencial Divina Sousa

Goiânia12/11/2012

Universidade Anhanguera UNIDERP
POLO - UNI EDUCAÇÃO 7109
Pedagogia – 2 ª Série – Didática

DESENVOLVIMENTO

* ASPECTOS HISTÓRICOS
As pessoas com deficiências têm o mesmo direito que qualquer cidadão ao acesso de bens e serviços públicos e algumas leis vieram para formalizar essesdireitos que ainda na maioria das vezes é negado, ainda não há efetividade no cumprimento dessas, mas se voltarmos na história iremos perceber, que esses indivíduos nem existiam.
A história das pessoas surdas, não é diferente, as mesmas passaram por vários acontecimentos para poderem se constituir como um grupo que possui uma língua, uma identidade e uma cultura e ao longo do tempo foramalcançando seu reconhecimento que tem até hoje. As pessoas com necessidade especiais foram vitimas de todo um processo de exclusão ao longo de sua história, eram ignorados e abandonados.
Neres (2006) afirma: “embora o trabalho fosse realizado em comum, na procura de sobrevivência cada indivíduo deveria ser capaz de prover seu próprio sustento e defesa, caso contrario poderia ser abandonado.” Até mesmo ofilósofo Aristóteles considerava os surdos incapazes de participar de uma sociedade, acreditando que era a linguagem que dava condição ao indivíduo e, portanto os mesmos estavam abaixo dessa condição.
Com a influencia da igreja católica começou-se a educar os surdos nobres da época e com a ajuda dos monges que passaram a se responsabilizar pelo cuidado e educação dos surdos, mas ainda essesindivíduos não eram considerados capazes de serem ensinados, por isso não frequentavam escolas, principalmente os que não falavam, eram completamente excluídos, não podiam casar possuir bens ou viver com as demais pessoas. Foucault (2002) afirma em seu livro “História da Loucura”, onde descreve que devido a valores éticos, morais e perfeição a sociedade excluía o sujeito que não estivesse dentro dessepadrão. Assim na antiguidade os sujeitos surdos eram rotulados como anormais e numa sociedade o normal é aquele que precisa falar e ouvir para ser aceito, assim com afirma Perlim (apud SKILAR 2002 p. 11)
Em Roma, os deficientes eram colocados na base de uma estátua nas praças principais e então devorados pelos cães. Por esse motivo muitos historiadores pensaram que certamente as crianças...
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