Intertextualidade

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  • Publicado : 27 de março de 2012
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Intertextualidade do texto jornalístico

O texto da Revista Ártemis "Emília, A Ousadia de uma boneca sem papas na língua" contém uma intertextualidade explícita poisevidencia trechos de obras de Monteiro Lobato. E tambem temos a intertextualidade implícita mais uma vez ao que se refere à criação da personagem pelo autor. “Através de Emília,Monteiro Lobato diz tudo o que pensa." ( mini-biografia de Lobato publicada nas várias edições de O Sítio do Picapau Amarelo, pela Editora Brasiliense ). Emília, na trama criadapor Lobato, nasceu muda e é curada pelo dr. Caramujo, que lhe receitou uma "pílula falante". Emília, então, desembesta a falar; Narizinho, preocupada, pediu ao "doutor" que afizesse vomitar aquela pílula e engolir uma mais fraquinha. Mas, explicou Caramujo : "Isso é fala recolhida que tem de ser botada para fora. E assim foi. Emília falou três horas semtomar fôlego. Por fim calou-se.”
O texto ainda faz uma análise crítica sobre a intertextualidade contida na história da boneca. A imaginação de Emília é a própriaintertextualidade do Sítio . Por isso, facilmente se faz analogia à outras obras.
E sobre a relação entre Lobato e Emília que é "íntima". SobreEmília, Lobato comenta:
“ Ela começou como uma feia boneca de pano, dessas que nas quitandas do interior custavam 200 réis. Mas, rapidamente foi evoluindo e adquirindo tantaindependência que... quando lhe perguntaram “mas o que você é, afinal de contas, Emília? Ela respondeu de queixinho empinado: sou a independência ou morte! E é tão independente quenem eu, seu pai, consigo domá-la. (...) fez de mim um “aparelho” , como se diz em linguagem espírita (...)
É Emília hoje que me governa, em vez de ser por mim governada. "
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