Independencia

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  • Publicado : 11 de maio de 2011
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OBJETIVOS.
I. Demonstrar ao grupo, através de textos confiáveis, que a contribuição dos negros não se restringe, a culinária, a dança, ao candomblé, a capoeira e ao carnaval.

II. Proporcionar aos alunos o desenvolvimento de um “olhar” crítico, em relação ao que lemos em alguns livros de história. De maneira que os mesmos tenham uma “consciência crítica” apurada, e possam perceber que certasafirmações não passam de mitos, falácias, ou crenças alienantes. Por exemplo, achar que os índios eram preguiçosos, e por isso os europeus optaram pela mão-de-obra escrava africana.

III. Analisar, juntamente com os alunos, que as formas de escravidão do passado, ainda se traduzem em forma de discriminação racial, religiosa e de gênero, sem contar com os fundamentalistas religiosos, e com obullyng, e apresentar sugestões para resolver, ou em ultima análise minimizar os efeitos maléficos desses comportamentos, baseados na irracionalidade.

CONTEÚDOS

É relevante destacar que o processo de colonização no Brasil, não aconteceu de maneira pacífica, ou dentro de uma determinada ordem, pelo contrário, foi um processo marcado por avanços, recuos, permanecias e rupturas.
Emrelação aos indígenas e africanos, podemos afirmar que foi um processo extremamente doloroso
Percorrendo a história do Brasil colônia e impérios, inferimos que a mão-de-obra escrava ajudou, e muito no sentido mais amplo que a palavra possa expressar, a construir, e levantar em todas as áreas da então colônia/império.
Quando os portugueses viram-se obrigados a implantar o cultivo dacana-de-açúcar em larga escala, os nativos inicialmente foram usados como mão-de-obra, porem a igreja, principalmente os jesuítas eram contra a escravização dos mesmos.
Esse momento de ruptura ocasionou o inicio da escalada do trafico negreiro por Duarte Coelho em 1539, a partir de então começaram vir aos milharem em novos “tumbeiros”, a maioria dos historiadores situa entre 3.5 milhões, a quatro milhões denegros africanos trazidos para o Brasil.
Isso se contar obviamente com quase outros tantos que morreram nos navios negreiros, ou tumbeiros, que não é um mero trocadilho, devido ao elevado numero de africanos que morriam de fome, de frio, pestes, doenças e maus tratos,
Já em solo brasileiro, sabemos que os escravos além dos trabalhos forçados, das condições de vida humilhantes, em algunscasos subumanas, também em outras áreas eles exerceram muitos ofícios e profissões: eles

Eram, remeiros, plantadores de mudas, vaqueiros, pescadores, mineiros, caldeireiros, marceneiros, ferreiros, pedreiros e oleiros.
Na área domestica eram pajens, guarda-costas, capangas e capitães-do-mato, feitores, capatazes e até mesmo carrasco de deus irmãos negros.
Osescravos eram originários de várias partes da África, pertencias a diversas etnias, com formas de organização social e manifestações culturais diferentes. Algumas apresentavam “notável progresso na agropecuária e no artesanato, principalmente no trabalho com metais, especialidade e, sob alguns aspectos se achavam mais adiantados do que os europeus da época, conforme assinala o historiador JacobGorender (DIVALTI 2004, p, 157)
Em relação ao trafico sabemos que os negros vieram das seguintes regiões: Camarões vieram os bantos. Os bantos trazidos para o Brasil vieram das regiões onde atualmente e estão localizados os países de: Angola Republica do Congo, Republica Democrática do Congo, Moçambique, aportaram principalmente no Rio de Janeiro.
Os Oeste-africanos, oriundos de uma vastaregião litorânea que ia desde o Senegal até a Nigéria. Os Oeste-africanos são nativos das regiões que atualmente são os países de Costa do Marfim, Benin, Togo, Gana, e Nigéria.
Podemos classificá-los nos seguintes grupos: NAGÔS; os que falam a língua Ioruba; KÈTU, EGBA, EGABDO, SABÉ, etc; KÈTU, EGBA, EGABDO, SABÉ, etc.. NAGÔS; os que falam a língua Ioruba; KÈTU, EGBA, EGABDO, SABÉ, etc;...
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