Historia

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

HISTÓRIA ECONÔMICA POLÍTICA SOCIAL GERAL

Manaus/Am.
2012
LUDIMILA ROLIM MARTINS

HISTÓRIA ECONÔMICA POLÍTICA SOCIAL GERAL
Trabalho solicitado na Disciplina História Econômico Política Social Geral, sob a orientação do Professor Doutor Antônio Alexandre Isidio Cardoso, para obtenção denota parcial no Curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Amazonas.


Manaus/Am.
2012

Introdução
Começo destacando o mito Hércules da Hidra, no qual são comparados a classes dominantes e as trabalhadora que desempenhavam papeis fundamentais no construções pré-capitalista junto com os rachadores de lenha e tiradores de água. No momento em que as classes estão se formando gruposreligiosos e facções surgem para reivindicar junto ao parlamento melhores condições de trabalho. A parti que a Revolução Industrial surge a forma de trabalho se modifica e para a burguesia o acumulo de capital é necessário. Na Revolução francesa eles partem de uma ideia e movimento é liderado pelos trabalhadores que não estão satisfeito com o reinado Luís XVI. Outro movimento são a da classeoperária e a ideologia, o partido socialista.

Problematização
Da expansão colonial inglesa a formação da classe operária, trabalhadores das diferentes partes do império britânico, o proletariado era constituído de camponeses inglese expropriados, os trabalhadores, os pobres, os menos favorecidos. Esses seriam as hidras que questionavam as autoridades e que exerciam uma ameaça e que Francis Bacondenomina ser uma maldição. "os governantes usaram o mito de Hércules e da hidra para descrever a dificuldade de impor a ordem em sistemas de trabalho cada vez mais globais, apontando aleatoriamente plebeus esbulhados, delinquentes deportados, serviçais contratados, extremistas religiosos, piratas, operários urbanos, soldados, marinheiros e escravos africanos como as cabeças numerosas e semprecambiáveis do monstro" (LINEBAUGH e REDIKER: 2000 p.12).
O “Naufrágio do Sea Venture” é descrevido na peça de Shakespeare “A Tempestade”, de 1611, onde tem acesso aos relatos de bordos de William Straky. O Sea Venture fazia uma viagem que partiam da Inglaterra para a América do Norte, a tripulação era formada pelas classes excluídas da Inglaterra, aqueles que não possuíam vínculos trabalhistas comoplebeus e escravos, além de soldados e marinheiros. No caminho, após enfrentar uma tempestade o navio naufraga no arquipélago das Bermudas, toda a tripulação se salva e ficam ilhados por meses e formam quilombos tornando um acampamento heterogêneo. Então passaram a colonizar a ilha, querendo se estabilizar criar uma comunidade autônoma e por isso muito tripulantes que se rebelaram fazendo motins,Bermudas era abundante de alimentos, frutas, água e terras para todos e podiam desfrutar do ócio, devido a essa abundância eles comparavam a ilha ao paraíso. Diferente da situação dos trabalhadores que viviam na Virginia, os sobreviventes que viviam em Bermudas ouviam falar de fome, do excesso de trabalho e da exploração que viviam os colonos na América. A situação era terrível, muitos colonos fugiam ese juntavam aos índios. Além de fazer analogias às terras comunais quais foram expropriados na Inglaterra, quanto mais o capitalismo e o imperialismo se desenvolviam no século XVIII, a companhia da Virginia foi uma das responsáveis pelas expropriações e do translado da população campesina. As lulas de pessoas por modos alternativos de vida, uma busca de tradições das terras comunais como ocomunitarismo nas praticas agrárias. Outro aspecto são as formas de cooperação e resistência na união de diferentes classes com objetivos comuns, com intuito de se proteger das disciplinas severas que eram submetidas Virginia, esse trabalhadores que eram deportados para as colônias passaram a conviver com uma realidade totalmente diferente da que estavam habituados, culturas heterogêneas, a vida nas...
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