Historia moderna

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
HISTÓRIA

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o iluminimo e sua modernização

Cruzeiro do sul-acre
2010

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o iluminismo e sua modernização

Trabalho apresentado ao Curso história da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina historia moderna II.

Prof.Fabio Luis da Silva

Cruzeiro do sul-acre

2010

O ILIMINISMO E SUA MODERNIZAÇÃO

Em 1792, pela Comissão de Educação da Assembléia Legislativa Francesa e apresentada por Condorcet. Trata-se, sobretudo, de uma referência pedagógica da qual somos todos herdeiros; especialmente quando, no coletivo, expressamos a defesa de uma forma de escola aindapública, universal, única para todos, gratuita e tolerante. De alguma maneira, a compreensão desse modelo de escola, em suas raízes histórico-sociais, oferece ainda uma matriz analítica para pensarmos na possibilidade de defesa também da universidade pública, como coroamento maior da prometida igualdade de oportunidades de acesso, fossem chamadas a freqüentar o grau superior e mantidas à custa dotesouro nacional, sob o nome de alunos da pátria.menoridade é a incapacidade de se servir do entendimento sem a orientação de outrem. Tal menoridade é por culpa própria se a sua causa não reside na falta de entendimento, mas na falta de decisão e de coragem em se servir de si mesmo sem a orientação de outrem, um público só muito lentamente pode chegar à ilustração. Por meio de uma revolução poderátalvez levar-se a cabo a queda do despotismo pessoal e da opressão gananciosa ou dominadora, mas nunca uma verdadeira reforma do modo de pensar. Novos preconceitos, justamente como os antigos, servirão de rédeas à grande massa destituída de pensamento. Mas, para esta ilustração, nada mais se exige do que a liberdade; e, claro está, a mais inofensiva entre tudo o que se pode chamar liberdade, a saber,a de fazer um uso público da sua razão em todos os elementos. Mas agora ouço gritar de todos os lados: não raciocines! Diz o oficial:não raciocines, mas faz exercícios! teria por vocação e por missão partilhar com seus leitores, com seus ouvintes, com seus estudantes enfim, com seu público suas indagações e seus questionamentos, suas hipóteses e teses (sempre provisórias e passíveis desubmeter-se à crítica), suas dúvidas e incertezas perante o território do saber que ele próprio investiga, trazendo para o conhecimento, ao mesmo tempo, admiração, espanto e perplexidade. Sem isso, não poderia existir honestidade intelectual. O relato moderno que organiza e classifica, a seu modo, a realidade deveria trazer, como contrapartida, a explicitação da falibilidade indelevelmente inscrita nocoração de seu próprio projeto de mundo. Do ponto de vista kantiano, o erudito é o indivíduo que coloca a realidade, metodologicamente, sob o crivo crítico da dúvida sujeitando-se sempre a novas indagações sobre seus escritos, podemos acrescentar de incluir, um por um, todos os representantes da espécie no conjunto eqüitativo do gênero humano, tomado agora como cláusula universal. O Estado era o maiorinteressado na formação dos indivíduos, até para que viessem a público os sujeitos mais meritórios; os talentos; as aptidões de cada um o que conduziria a um aprimoramento geral da sociedade. É sabido que, contudo, nem todos os iluministas pensavam assim como em outros expoentes da própria Enciclopédia, o medo de que a instrução esparramada por camadas distintas do tecido social desorganizasse osafazeres e os ofícios manuais, prejudicando com isso a economia pública e fomentando rebeliões políticas. Não havia, neste sentido, maior desenvolvimento do ponto de vista dos pensadores iluministas conferido ao ideal de se proporcionar indistintamente, para todas as crianças em idade escolar, uma equânime oportunidade de acesso à escola. E, principalmente, não existia a perspectiva de uma...
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