Graduada

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Christiane da Fonseca Santos Lopes
christiane.lopes@oi.com.br

TRABALHO II DA DISCIPLINA DE GESTÃO EDUCACIONAL

I-1 O modelo de gestão evidenciado no texto é o Modelo Dinâmico. Na verdade, ele apresenta ainda a sua migração de um modelo para o outro. Posicionando a migração como forma de“status quo” no âmbito atual. Ressaltando que, Heloísa Luck (2000) traz a visão de um novo paradigma e contabiliza no enfoque os diversos olhares que deverão ser dados ao novo modelo, visando, principalmente, a diversidade, o multiculturalismo e os esforços de participação.
I-2 A “malvadez intrínseca” apontada por Paulo Freire:
“O discurso da globalização que fala da ética esconde, porém, que a
sua éa ética do mercado e não a ética universal do ser humano, pela
qual devemos lutar bravamente se optamos, na verdade, por um
mundo de gente. O discurso da globalização estruturalmente oculta
ou nela busca penumbrar a reedição intensificada ao máximo, mesmo
que modificada, da medonha malvadez com que o capitalismo
aparece na História. O discurso ideológico da globalização procuradisfarçar que ela vem robustecendo a riqueza de uns poucos e
verticalizando a pobreza e a miséria de milhões. O sistema capitalista
alcança no neoliberalismo globalizante o máximo da eficácia de sua
malvadez intrínseca” (Freire, 1997, p. 144).
A reação de Paulo Freire tem como ponto focal a sua visão ético-política do ser humano. Freire defende a Ética Humana, e esta; não deve aceitar osprincípios da Ética do mercado. A Ética Universal é humanizadora e tem como princípio o direito de todos à vida humana digna.
As políticas públicas não combaterem a má distribuição de renda, com tudo isso, dá-se a continuidade no processo de concentração do capital de poder na mão de poucos. Enfatizam o lucro, os avanços tecnológicos para setores específicos, renegando a maior parcela da população.
II-1O diretor “lata” é aquele que faz o dever de casa nos moldes burocráticos apenas para constar o seu papel, diríamos assim, de “burocrático”, sem pensar em profissionais críticos e determinados a contribuir para a formação educacional. Segue o modelo da “domesticalização”, rejeitando toda e qualquer forma libertária em relação a mudanças de concepções e atitudes, seja no diálogo, seja na própriareflexão das ações – tanto políticas como ideológicas – na formação do indivíduo.
II-2 A concepção dialógica permite a incorporação de uma nova linha de pensamento na qual a escola comece a participar de uma forma consciente e clara do processo do diálogo e de suas reflexões que serão fundamentadas, não em práticas autoritárias, mas pautadas em alicerces em que o diretor mantém um posicionamentohumanista, onde ele é enquadrado como agente transformador, e que a educação implantada em sua instituição, é gerenciada de maneira crítica e humanitária, e; fundamentada na teoria dialógica.
Essa escola transformadora ambienta um local propício à criatividade, a críticas e as reflexões, tanto dos profissionais quanto dos alunos inseridos neste processo.
Podendo assim, dar autonomia aoprofessor da Escola que se sentirá mais responsável e, consequentemente, mais gratificado profissionalmente.

II-3 A “invasão cultural” não trata do relacionamento humano como um todo, ela remete a ação do diretor violenta voltada ao autoritarismo, centralizando tudo sem abrir espaço para que haja as relações interpessoais que irão questionar vários aspectos com base em seu posicionamento. Ela evitaohar os diversos valores e as diferentes visões desse relacionamento humano, traçando apenas, em sua forma retrógrada, a posição centralizadora.
“A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. O saber que a prática docente espontânea ou quase espontânea, "desarmada", indiscutivelmente produz é um saber...
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