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CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO
PÓS GRADUAÇÃO EM LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

MARIA RITA SOUZA GALDINO MORAIS

IMPRESSÕES DE LEITURAS
Trabalho pedido pelo professor Sérgio Rivero para obtenção final de nota da disciplina Práticas Leitoras e escritoras.

Salvador
2011
Minhas expectativas com relação a esse curso vêm desde a época da faculdade, por que sempre estive em busca de uma pósque tratasse desses assuntos, leitura e produção de texto. A oportunidade surge quando encontro na UNIJORGE esse curso, então começa a surgir as expectativas, como será a entrevista?, Serei aceita ou não?. Bem tudo correu como o esperado, passei pela entrevista e a expectativa agora, quando começaremos as aulas? Qual será a primeira disciplina? E a aula? E o professor?
Pois bem o curso começou etudo foi tão surpreendente, maravilhoso. Fazer leituras de imagens e de textos, até mesmo do BBB e das novelas. Mas vamos ao que interessa vários momentos marcantes e alguns que adaptarei para trabalhar na minha docência. O primeiro momento que destaco é a leitura como instrumento de transformação de um ser. Não apenas a leitura de livros, mas a leitura de mundo, você perceber tudo o que está asua volta e decodificar todas as informações contidas. O texto de Bartolomeu Campos Queiros, “Posseiros da diferença”, rendeu um bom debate, a turma mostrou-se bem integrada apesar de ter sido o primeiro contato. Realizamos umas viagens bem legais e divertidas com esta leitura. Destaco um fragmento que chamou muito a minha atenção e o qual compartilhei com a turma “...Ensinar a ler e escrever éconfirmar a capacidade invêntica do sujeito, é reconhecer a sua vivencia perceptiva diante do mundo, é implicá-lo na experiência do outro.” Ter o domínio da leitura e da escrita faz com que um sujeito independente da idade que tenha seja um agente transformador da sua vida e da sociedade. Em seguida a leitura do texto “A leitura fora do livro” de Lucia Santaella, que vem tratar da multiplicidade deleitores, dando destaque para três: o contemplativo-mediativo, o fragmentado-movente e o virtual. Outro texto que rendeu um bom debate, cada um se posicionou e se encaixou dentro de um tipo de leitor. Depois o momento memória. Como você se formou leitor? Quem te influenciou? Narrações marcantes dos colegas cada um com histórias maravilhosas e emocionantes. Buscando nos encontrarmos com o texto deSantaella, que tipos de leitores somos. Descobrir que sou um pouco de cada, mas com a predominância do leitor contemplativo-meditativo, preciso ter um livro nas mãos senti-lo, admirar a capa, o papel usado, poderia dizer que é uma espécie de encantamento, quando estou com um livro nas mãos me sinto enfeitiçada.
Posso dizer que sou tão apaixonada pela leitura que leio tudo que cai em minhas mãosdesde bula de remédio até os livros acadêmicos necessários para minha pesquisa. A “tarefa de casa”, a leitura do texto “A caverna, o monstro, o medo, de Nanci Gonçalves da Nóbrega, o qual me trouxe lembranças dolorosas, a visita a uma biblioteca com minha mãe, semi-analfabeta, a forma como a bibliotecária nos tratou, o estrago que está mulher poderia ter causado em minha vida, mas que foicontornado por uma excelente professora e que conseguiu não apagar, mas me fez perceber o poder da informação contida nas prateleiras de uma biblioteca, mesmo que esta tem uma bibliotecária mal humorada. Uma outra atividade bem legal e divertida foi a criação de uma história a três a partir de uma imagem do pintor, Edward Hopper, se não me engano surgiram sete histórias diferentes apesar de terem o mesmoviés um casal em conflito. Confesso que pensei, será complicado criar uma história a três, mas foi bom por que um completou a ideia do outro. Essa é uma atividade que adaptarei e farei com a minha 4ª série.
E o filme “Homem sem cabeça” nos levou a uma outra boa contenda, ou seja, foi muito produtivo. Fizemos umas viagens legais, falamos sobre identidade, a descoberta do eu, o aceitar-se como...
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