Filosofia - foucalt

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Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Centro DE Comunicação social
CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA


ALLAN JOSHUA
LUCIANO LARA
LUIZ GUSTAVO
RAPHAEL MAIA
VICTOR GOMES
VINICIUS STANULA





MICHEL FOUCAULT















CURITIBA
2012

ALLAN JOSHUA
LUCIANO LARA
LUIZ GUSTAVO
RAPHAEL MAIA
VICTOR GOMES
VINICIUS STANULA









MICHEL FOUCAULTTRABALHO APRESENTADO AO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ, COMO REQUISITO PARCIAL PARA A DISCIPLINA DE FILOSOFIA.

Orientador: Professor Mauro Pellissari









CURITIBA
2012

SUMÁRIO

1 Introdução 3
2 INSTITUIÇÕES COMPLETAS E AUSTERAS 4
3 ILEGALIDADE E DELINQUÊNCIA 6
4 OCARCERÁRIO..................................................................................................................8
5 CONCLUSÃO.......................................................................................................................9
REFERÊNCIAS.....................................................................................................................10
. Introdução

O objetivo de Foucault, emVigiar e Punir, é descrever a história do poder de punir como história da prisão, cuja instituição muda o estilo penal, do suplício do corpo da época medieval para a utilização do tempo no sistema carcerário do capitalismo moderno. Demonstrando que esses suplícios estilos medievais eram rituais públicos de dominação pelo terror, em que o objeto da pena é o corpo do condenado e o objetivo édemonstrar para a massa do povo a vitória do soberano sobre o condenado, demonstrando um ritual de controle social com base no medo.
A originalidade da obra de Foucault demonstra-se em não se analisar só os efeitos negativos que a repressão ao crime provoca, e sim analisar os efeitos positivos que ela pode gerar em uma possível cura, readaptação, do detento. No seu estudo, a instituição daprisão substituiu o espetáculo da sociedade feudal, como será abordado no desenvolvimento.
2 INSTIUIÇÃOES COMPLETAS E AUSTERAS

A forma-prisão não iniciou na lei penal, mas sim no corpo da sociedade, isto é, na codificação do comportamento, registro, anotações e observações que se constituem sobre o indivíduo. É uma forma de repartimento dos indivíduos e codificação do comportamento contínuo.A constituição de um aparelho coercitivo para tornar os indivíduos dóceis e úteis, através de um trabalho meticuloso sobre seu corpo, criou-se a instituição-prisão. Não por acaso ou capricho dos legisladores o encarceramento se transformou a base de nossa escala penal, devido ao progresso das ideias e a educação dos costumes.
Apesar de todos os inconvenientes da prisão, modeloinstaurado atualmente, existe extrema dificuldade em estabelecer outro modelo alternativo. Como substituir seu lugar?
Ela é a detestável solução, de que não se pode abrir mão. Essa ‘’obviedade’’ da prisão, de que nos destacamos tão mal, se fundamenta em primeiro lugar na forma simples da ‘’privação de liberdade’’. Como não seria a prisão a pena por excelência numa sociedade em quea liberdade é um bem que pertence a todos da mesma maneira e ao qual cada um está ligado por um sentimento “universal constante”? Sua perda tem, portanto o mesmo preço para todos; melhor que a multa, ela é o castigo “igualitário”. (Foucault, 1987, p.196).
A prisão deve ser um aparelho disciplinar incansável. Em vários sentidos: deve tomar a seu cargo todos os aspectos do indivíduo, seutreinamento físico, sua aptidão para o trabalho, seu comportamento cotidiano, sua atitude moral, suas disposições. Portanto esse “reformatório” integral prescreve uma recodificação da existência bem diferente da pura privação jurídica de liberdade e bem diferente também da simples mecânica de representações com que sonhavam os reformadores na época da Ideologia.
Focault define três princípios...
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