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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CURSO DE FILOSOFIA
JOÃO GUALBERTO DA COSTA RIBEIRO JÚNIOR
RESUMO DE ESCRITO
O Príncipe: Nicolau Maquiavel
PIRACURUCA
2012
JOÃO GUALBERTO DA COSTA RIBEIRO JÚNIOR
RESUMO DE ESCRITO
O Príncipe: Nicolau Maquiavel
Trabalho de síntese, tipo resumo de escrito, apresentado à cadeira de Seminário de Filosofia Moderna, do Curso deFilosofia, da Universidade Federal do Piauí, como pré-requisito concernente a grupo de leitura.
Tutora: Prof.ª Talita Aralpe
PIRACURUCA
2012
1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho versa sobre a obra O Príncipe, do filósofo Nicolau Maquiavel. Trata-se de uma das principais obras escritas pelo autor, bem como um importante e significativo trabalho da época histórica da modernidade.
A obra é divididaem 26 capítulos, constituídos em forma de epístola, com dedicatória ao príncipe da Casa dos Médici: Júlio ou Lourenço.
Este trabalho consiste em um resumo de escrito da obra supracitada, onde se dará ênfase às principais ideias expostas e defendidas por Maquiavel. Como prerrogativa básica que justifica tal trabalho, far-se-á o resumo das partes compreendidas entre os capítulos XIII ao XXVI.
Nãose pretende aqui trabalhar pormenores, detalhes, tampouco ater-se a críticas ou realizar quaisquer espécies de juízos. O foco deste trabalho permanece na concatenação ideológica e sistemática utilizada pelo autor no texto resumido.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 CAPÍTULO XIII: FORÇAS AUXILIARES, MISTAS E NACIONAIS
Aqui, Nicolau Maquiavel coloca os mercenários no mesmo patamar das forças auxiliares,deixando claro a inutilidade tanto de uma quanto da outra.
O filósofo não descarta a precisão das forças auxiliares; todavia admoesta quanto ao perigo dos que delas se utilizam; estabelece que se as forças auxiliares capitularem, o príncipe sofre uma derrota; e, se vencerem, podem acabar por encarcerar seu utilizador.
Nas tropas mistas, Maquiavel enfatiza a superioridade em eficácia, relacionando-asaos mercenários e auxiliares; no entanto, mais uma vez exorta que um exército constituído por conterrâneos é grandemente superior e preferível às forças mistas.
Maquiavel expõe neste capítulo a relação entre as armas alheias e as próprias. Estabelece as armas alheias como limitadoras, se não falharem, enquanto as armas próprias – exército – é muito mais seguro.
2.2 CAPÍTULO XIV: OS DEVERES DOPRÍNCIPE PARA COM AS MILÍCIAS
Neste capítulo, Maquiavel expõe as razões que devem nortear um príncipe: guerra, leis e disciplina. O filósofo coloca aqui uma importante premissa; segundo ele, aquele que negligenciar a arte da guerra, perde o poder e, o Estado.
Outra ideia exposta é de que os soldados devem sempre estarem dispostos à caça, pois dela advém o conhecimento do território, seusesconderijos e armadilhas.
Continua a enumerar aquilo que considera ser os deveres de um príncipe: estudar a história, as ações dos grandes homens, estudar o que fizeram em momentos de conflitos de maneira a evitar as derrotas.
Para Maquiavel, as guerras não podem ser evitadas, sendo que o príncipe e seus soldados devem estar sempre preparados e alertas.
2.3 CAPÍTULO XV: AS RAZÕES PELAS QUAIS OS HOMENS,ESPECIALMENTE OS PRÍNCIPES, SÃO LOUVADOS OU VITUPERADOS
Maquiavel, neste capítulo, teoriza sobre os problemas advindos dos vícios de um príncipe; considera ele que nenhum ser humano carrega em si, todas as qualidades e virtudes necessárias a um governo perfeito. Sendo assim, aconselha cautela e prudência de maneira a evitar-se escândalos, capazes de estremecer o reinado.
O filósofo coloca aqui afaculdade da bondade como algo a ser utilizado intermitente e facultativamente, de modo a adequar-se com quem ser bom e com quem ser cruel, agindo-se de acordo com o que se recebe ou precisa.
2.4 CAPÍTULO XVI: A LIBERALIDADE E A PARCIMÔNIA
Maquiavel admoesta aos príncipes sobre a liberalidade, os excessos; segundo ele, um príncipe pode dilapidar o seu tesouro e acabar impondo ao povo,...
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