Fichamento - a ideologia da europa pré-capitalista

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FACULDADE DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA
BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL






SAULO CORREIA DO NASCIMENTO





A IDEOLOGIA DA EUROPA PRÉ-CAPITALISTA
ECONOMIA POLÍTICA










RIBEIRA DO POMBAL – BA
2012

SAULO CORREIA DO NASCIMENTO





A IDEOLOGIA DA EUROPA PRÉ-CAPITALISTA
ECONOMIA POLÍTICA









Fichamento apresentadoao Curso de Serviço Social da Faculdade Dom Luiz, como requisito parcial para avaliação da disciplina de Economia Política..


Orientador(a): Maurílio Dias






RIBEIRA DO POMBAL – BA
2012
HUNT, E. K. / SHERMAN, Howard. J. História do Pensamento Econômico, 22ª Ed. Petrópolis, Editora Vozes, 2005.




A IDEOLOGIA DA EUROPA PRÉ-CAPITALISTA

“(...) Adivisão de trabalho e a acumulação de instrumentos de trabalho (ou capital), em quantidade cada vez maior e de qualidade cada vez melhor, possibilitaram ao homem ampliar extraordinariamente seu poder sobre a natureza, bem como desenvolver seu potencial para produzir e satisfazer as necessidades materiais de vida.” (p. 9)

“(...) Nos primeiro tempo, provavelmente, essa diferenciação tinha umcaráter exclusivamente funcional: quando a produtividade ainda era baixa, todos os membros da sociedade viviam próximos ao nível de subsistência, inexistindo classes sociais ou diferenciações hierárquicas.” (p.9)


“(...) A diferenciação hierárquica de seus membros em classes obedecia a razões econômicas: os que trabalhavam pertenciam geralmente as classes mais baixas; os que se livravam do fardo dotrabalho comum pertenciam a classe mais alta.(...).” (p. 10)

“’(...) Filósofos brilhantes como Platão e Aristóteles, afirmavam que a escravidão era um fenômeno “natural”, único sistema possível e que sua existência seria eterna. Segundo esses filósofos, certos homens e mulheres nasciam para ser escravos: eram intrinsecamente inferiores. Outros, dotados de qualidades superiores desde berço,nasciam para se tornar proprietários de escravos.(...)” (p. 11)

“(...) A escravidão deu origem também a noção de que todo trabalho era indigno. Essa noção desestimulou a atividade inventiva e, no período romano, limitou o progresso tecnológico, contribuindo, assim, para a estagnação da economia.” (p. 11)

“’(...) O Império entrou em colapso no ocidente. Do caos que se instaurou, surgiria um novosistema: o feudalismo. Os reis dos estados feudais eram, em sua maioria, antigos chefes das tribos primitivas que invadiram a Europa.” (p. 12)

“O declínio da parte ocidental do antigo Império Romano privou a Europa das leis e garantias que o Império lhe proporcionara e criou no lugar delas uma hierarquia feudal, na qual o servo, isto é, o camponês, recebia proteção do senhor do feudo que, porsua vez, devia lealdade e era protegido por outro senhor mais poderoso, e assim por diante, culminando no rei, a figura máxima da hierarquia. Os fortes protegiam os fracos, mas a um preço elevado (...).” (p. 12)

“(...) Toda a organização medieval baseava-se num sistema de obrigações e serviços mútuos, permeando a hierarquia de cima para baixo. A posse ou uso da terra implicava a prestação dedeterminados serviços costumeiros ou pagamentos em troca de proteção.(...).” (p. 12)

“(...) Esta ordem, baseada nos costumes do feudo, defere radicalmente do sistema legal e jurídico que rege o capitalismo. O capitalismo sustenta-se na imposição de contratos e leis de caráter universal e obrigatório, raramente amenizadas por circunstancias atenuantes ou por força de costumes, dois fatores quegeralmente influenciavam o julgamento do senhor nos tempos medievais.” (p. 13)

“No feudo, instituição básica da vida rural medieval, coexistiam duas classes distintas: os nobres, ou senhores feudais e os servos (da palavra latina servus, “escravo”). Na realidade, os servos nada tinham em comum com os escravos. O escravo era uma propriedade como qualquer outra, passível de ser comprada e vendida...
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