Fichamento kubler-ross sobre a morte e o morrer

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KUBLER-ROSS, Elizabeth.Sobre a morte e o morrer: O que o doente têm a ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e a seus próprios parentes.Trad.: Paulo Menezes. 7ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Recessão

1. Noções sobre Kübler-Ross

A Dr. Elisabeth Kübler-Ross, nasce na Suíça e autora do inovador livro On Death and Dying, onde ela primeiramente apresentou o agora conhecidoModelo de Kübler-Ross. Ela foi eleita em 2007 para o National Women’s Holl of Fame dos Estados Unidos. Suas principais obras são: KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Morte – estagio final da evolução. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1975. KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Perguntas e respostas sobre a Morte e o Morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1979. KÜBLERROSS, Elisabeth. A morte: um amanhecer. São Paulo: Pensamentos, 1991.KÜBLER-ROSS, Elisabeth. A roda da vida: memórias do viver e do morrer. Rio de Janeiro: GMT, 1998.

Resumo

A autora aborda o tema mais delicado de qualquer área de saúde: a morte. De maneira única com relatos e vivências próprias, a emissora faz com que o leitor se debruce em um mar de indagações e dilemas éticos, sociais, culturais e psicológica. Essa é a real intenção da obra, além, é claro, dasegunda meta do livro que é expor há quantas andam o sentimento profissional diante do advento morte e até mesmo durante o processo de morrer, perpassando pelas etapas que antecedem e sucedem a notícia que nenhum paciente deseja ouvir. Pela natureza do tema, este livro apresenta-se como um pequeno e ao mesmo tempo efetivo diário de bordo de uma grande viagem que muitas vezes se apresenta árdua,ingrata e insatisfatória, que por outro lado tem muito à ensinar a qualquer profissional de saúde que é a experiência com a morte e o processo de morrer.

Citação

“Quantas coisas são ditas sem pronunciar palavras, mas são sentidas, vivenciadas, vistas e dificilmente são traduzidas verbalmente [. . .] É apenas um relatório de uma oportunidade nova e desafiante de focalizar uma vez mais o pacientecom ser humano (KUBLER-ROSS, 1996, p.11)” “Cresce o número de anciãos, e com isto aumenta o número de vítimas de tumores e doenças crônicas, associados diretamente à velhice. [...] Contudo, aumenta o número de ácientes com distúrbios psicossomáticos, com problemas de comportamento e ajustamento.Há mais casos de problemas emocionais nas salas de espera dos consultórios médicos do que jamais houve.(KUBLER-ROSS, 1996, p.14)” “A criança, não raro, vê a morte como algo nãopermanente, quase não distinguindo de um divórcio em que pode voltar a ver um dos pais. Muitos pais se lembrarão de frases dias por seus filhos como “ vou enterrar meu cachorrinho agora e ele vai se levantar de novo na primavera, junto com as flores”[...] Quando crescemos e começamos a perceber que nossa onipotência não é tãoonipotente assim, que nossos desejos mais fortes não têm força suficiente para tornar possível o impossível desaparece o medo de se ter contribuído para a morte de um ente querido. (KUBLER-ROSS, 1996, p.15)” “A aflição, a vergonha, a culpa são sentimentos que não distam muito da raiva e da fúria [... ] Os hebreus consideravam o corpo do morto como alguma coisa impura, que não podia ser tocada.(KUBLER-ROSS, 1996, p. 16)” “Cito estes exemplos para ressaltar que o homem, basicamente, não mudou. A morte constitui ainda um acontecimento medonho, pavoroso, um medo universal, mesmo sabendo que podemos dominá-lo em vários níveis. (KUBLER-ROSS, 1996, p. 17)” “O fato de permitirem que as crianças continuem onde ocorreu uma desgraça [...] É uma preparação gradual, um incentivo para encarem a mortecomo parte da vida, uma experência que pode amadurecer. Isto cotrasta muito com uma sociedade em que a morte é encarada com tabu. (KUBLER-ROSS, 1996, p.18)” “Poderíamos pensar que nosso alto grau de emancipação, nosso conhecimento da ciência e do

homem nos proporcionam melhores meios de nos prepararmos e às nossas famílias para este acontecimento inevitável. Ao contrário, já vão longe os dias...
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