Familia cotidiano e a luta pela sobrevivência

Páginas: 4 (853 palavras) Publicado: 30 de outubro de 2012
Família: cotidiano e luta pela sobrevivência
O texto de Jerusa Vieira Gomes começa abordando a secessão de absurdos que temos que conviver em nossa sociedade, injustiças onde quem detém maiorpoder aquisitivo também consegue impor-se sobre quem não tem. Ela relata sobre a retirada de crianças de suas famílias, com o consentimento da justiça por que não tem condições financeiras para provero sustento dos mesmos, ou seja, é mais fácil tirar o filho que quem não tem condições de criar, do que lhe oferecer condições para fazê-lo. Ao abordar sobre o tema, segundo a autora, a visão que aspessoas têm é que as crianças são abandonadas pelos pais por irresponsabilidade, e não por influência de um sistema vil e injusto. Perdeu-se a indignação e passamos a olhar como normal o grande númerode crianças nas ruas, vivendo em extrema pobreza, engrossando o contingente de marginalizados. Existe dentre essas crianças também as que não moram nas ruas, mas trabalham nela para ajudar seus paisno sustento da casa.
Outra referência feita pela autora é a uma campanha feita pelo sociólogo Betinho, sem entra o mérito de ela ser correta ou não, ela usou esse exemplo somente para ilustrarcomo a população fecha os olhos para que acontece ao seu redor, só se mobiliza ou se assusta,quando aparece essas campanhas, no entanto o que precisa-se ter em mente é que essas pessoas não necessitamde comida somente no natal. Apesar de nos últimos anos termos progredido quanto à desigualdade social, estamos longe do aceitável, não adianta sermos a 6ª economia mundial e termos milhares defamílias na extrema miséria.
Jerusa faz referencia ao surgimento das metrópoles, com ênfase para Rio de Janeiro e São Paulo, mas muito bem aplicados a outras capitais, incluindo Manaus. Segundo aautora quando se mostra na mídia uma capital, mostram-se os pontos mais bonitos, em São Paulo os prédios grandiosos com seus heliportos, no Rio de Janeiro as praias lindas e paradisíacas, mas não...
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