Eutanasia

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CURSO DE DIREITO









APRESENTAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO

EUTANÁSIA









VITÓRIA
2012



TRABALHO DE CURSO






TCC
PROFESSORA LÍGIA




ELABORAÇÃO
FERNANDA ROCHA E MARCELO DE CASTRO





VITÓRIA
2012

SUMÁRIO

1 IDENTIFICAÇÃO DA OBRA E DO AUTOR 3

2 RESUMO 4

3 APRECIAÇÃO CRÍTICA 5

4 CONCLUSÃO 8

5 REFERÊNCIAS....................................................................................................................9






















EUTANÁSIA: ENTRE O INTERESSE PESSOAL DE UMA MORTE DIGNA E O RESPEITO À INVIOLABILIDADE DA VIDA HUMANA


RESENHA


1 IDENTIFICAÇÃO DA OBRA E DO AUTOR


Tema bastante complexo, a eutanásia muito vem sido discutida ao longo dos tempos,dividindo opiniões ao longo do caminho. A obra de Cristina Ternes retrata o enorme progresso científico, marcado pela descoberta de técnicas de transplantes de órgãos, prolongamento da vida, inseminação artificial, detecção de deformações no feto ainda em período embrionário, e até mesmo da clonagem. Em contrapartida a obra nos mostra a necessidade de colocar “freios” nessa assustadora evolução dabiomedicina, através do ramo conhecido como Bioética.

Cristina Ternes, advogada; Mestre em Direito Público pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Bolsista Santander) na Linha de Pesquisa Sociedade, Novos Direitos e Transnacionalização do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos; Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Unisinos









2 RESUMO

Veremos a seguirque a eutanásia implica em uma reflexão critica, e acrescenta por que não confundir a eutanásia com suicídio, existe uma outra ação que seria ajuda ao suicídio, ou seja quando o médico ou outra pessoa facilita ao doente, achando que isso diluiria a dor e o sofrimento lhe induzindo um produto, ou uma injeção letal causando assim mesmo a morte.
A critica em si vem por meios dos valores sociais,culturais e religiosos envolvidos na questão da eutanásia vem desde os tempos antigos citado por alguns filósofos que entendiam que sofrimento era uma doença e por isso justificaria o suicídio.
Aristóteles, Pitágoras e Hipócrates, ao contrário, condenavam o suicídio. No juramento de Hipócrates consta: "eu não darei qualquer droga fatal a uma pessoa, se me for solicitado, nem sugerirei o uso dequalquer uma deste tipo". Desta forma a escola hipocrática já se posicionava contra o que hoje tem a denominação de eutanásia e de suicido assistido.




















3 APRECIAÇÃO CRÍTICA

A eutanásia uma prática absurda em nome da boa morte, pelas mesmas razões que fazem do aborto um assunto de grandes debates: porque perpassa a bioética, e também a moral de cada um.Não há consenso a respeito da validade da prática nem mesmo entre os médicos, porque não há acordo a respeito do que sentem e pensam doentes em coma ou em estado vegetativo. Exemplo dessa dissintonia de opiniões é o caso Terri Schiavo, a americana morta por eutanásia em 2005 a pedido do marido. Ele se apoiava num diagnóstico médico segundo o qual Terri, que em 1990 sofrera uma parada cardíaca eficara sem oxigenação no cérebro, já não possuía consciência. Os pais da paciente, no entanto, dispunham de outros laudos, que afirmavam que Terri tinha uma consciência mínima, e se opunham à sua morte. A Justiça dos Estados Unidos acabou dando ganho de causa ao marido. Os aparelhos foram desligados e ela morreu.
Afinal de contas a eutanásia é uma “morte voluntária” ou podemos ir contra ela e deixarmorrer pelas consequências?
A morte provocada não só aflige os interesses como os princípios éticos Bioética, jurídicos como também a própria igreja Católica.
A igreja condena estes cuidados ordinários proporcionados ,não só é moralmente condenável, como até mesmo, contra a opinião referida há pouco, é designada por eutanásia.
Onde fica a concepção criada em redor do valor da vida...
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