Estudo de caso paciente em uti

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Estudo de Caso
Docente: Andrezza Souza. Disciplina: Estágio em UTI adulto. Discentes: Huanna Leticia Silva de Oliveira Luiz Heitor Barros Menezes Cabral u e to a os e e es Cab a Noel Portilho da Silva

Histórico do paciente
MRSN, MRSN 55 anos brasileiro paraense residente em anos, brasileiro, paraense, Belém. Paciente deu entrada no FHCGV, em cadeira de rodas, consciente e orientado,referindo dor uretral e apresentando t d êmese ê e febre. f b Posteriormente P t i t diagnosticado por complicação de tratamento cirúrgico. AMP: Nega patologias preexistentes. Realizou cirurgia de Retosigmoidectomia há 9 di d R t i id t i dias. A exame fí i Ao físico avaliação pulmonar apresentou respiração espontânea, com MV+ e tórax simétrico na avaliação cardíaca, abdômen encontra-se plano com RHA edi bdô l RHA+ diurese e evacuações presentes. No SAT realizado pulsão de acesso venoso em MSE e observado sequela de MH em q MMII. Enfª GG
Estudo de Caso

Evoluções da admissão na UTI
06/09: Paciente 13º PO retosigmoidectomia cistectomia retosigmoidectomia, parcial, enterectomia segmentar. POT transversostomia descompressiva por quadro inflamatório a esclarecer. Evolui a q quadro séptico,hipotermia, choque, confusão mental. Exame de p , p , q , laboratório evidencia leucocitose 35.000.Transferido para UTI com ventilação espontânea, confuso.Ao exame físico mal estado geral, desidratado, sem edema em MMII. AC: BCNF/ 2t rítmicos, FC: 140 bpm e PA: 60X30 mmHg AP: MV+ sem ruídos adventícios mmHg. MV+, adventícios. Abdômen pouco distendido, com RHA+. • HD: -Sepse e Uremia; Sepse -Choquemisto (Séptico e hipovolêmico); -IRA. Dr. D RP

Estudo de Caso

Evoluções da admissão na UTI
06/09: ID: 06/09 ID 13º PO retosigmoidectomia + cistorrafia + t i id t i i t fi Anastomose coloretal + choque séptico +InRpAg. + RNC. Admitido proveniente da clinica cirúrgica, p g , rebaixado, prolixo, hipocorado, emagrecido, desidratado, taquicardico, hipotenso, recebendo em CDL 7F/VSCE. Veio comatrofia de colotransverso à direita (antiga) + ferida operatória emediana abdominal limpa. SVF fixada com pouco debito hemático e concentrado. Na UTI instalado MIE sob mascara + 500 ml de cristaloide e 1000 ml de coloide-contido sob. Suporte intensivo. Drª. Drª S M

Estudo de Caso

Evolução
20/09: Grave, entubado em VM. AP: MV+, SPO2 100% Monitorizado em multiparâmetros 100%. multiparâmetros,normotenso. FC: 76 bpm. Afebril, Mal distribuídos; SNG fixada para gavagem g g tolerando dieta; abdômen tenso, colostomia funcionante; FO abdominal drenando secreção amarelada em pouca quantidade Recebendo quantidade. NPP 60 ml/h + Dormonid 40 ml/h através de CDL/ VJD; diurese por SVF poliúrico. Realizou TC de tórax e abdômen. Enfª. MG
Estudo de Caso

CHOQUE

Introdução
Choque representa atransição entre a doença e a morte sendo sua identificação decisiva para um desfecho favorável. O choque é a manifestação clínica de uma profunda desorganização celular. Como referência, a palavra choque, de origem anglo-saxônica shock, foi utilizada primeira mente em 1743 para descrever o estado dos pacientes atingidos por arma de fogo. Desde então, até o final do século XIX, a definição era dadapor bases estritamente clínicas, como por exemplo, sudorese fria e pulso filiforme. A partir da mensuração da pressão arterial, no início deste século, choque foi sinônimo de hipotensão arterial. A noção de hipoperfusão tecidual como substrato de choque surgiu a partir de1919. Então, choque é a condição produzida pela i h di ã d id l incapacidade d sistema circulatório d nutrir os id d do i t i ltó i de t i tecidos sou remover seus metabólitos tóxicos. Muitos pacientes podem estar hipotensos sem estar em choque, assim como alguns pacientes normalmente hipertensos poderão estar em choque mesmo apresentando uma pressão arterial aparente normal ou um pouco reduzida reduzida. Na atualidade, apesar dos modernos recursos diagnósticos, como a monitorização hemodinâmica e metabólica intensiva...
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