Estudo de caso - acessibilidade

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Introdução:

Sabemos que toda criança tem direito a educação, na qual ela seja aceita e tratada com respeito e carinho, podendo desenvolver-se de forma integral, partindo desse principio criou-se vários leis e documento internacionais visando incluir crianças com necessidades educativas especiais nas escolas:
1988 - CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos,sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o "acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um".
1989 - LEI Nº 7.853/89
Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de umestudante por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.
1990 - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA)
Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório e gratuito (também aos que não tiveramacesso na idade própria); o respeito dos educadores; e atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular. 
1994 - DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
O texto, que não tem efeito de lei, diz que também devem receber atendimento especializado crianças excluídas da escola por motivos como trabalho infantil e abuso sexual. As que têm deficiências graves devem ser atendidas no mesmo ambientede ensino que todas as demais.
1996 - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB)
A redação do parágrafo 2o do artigo 59 provocou confusão, dando a entender que, dependendo da deficiência, a criança só podia ser atendida em escola especial. Na verdade, o texto diz que o atendimento especializado pode ocorrer em classes ou em escolas especiais, quando não for possível oferecê-lo naescola comum.
2000 - LEIS Nº10.048 E Nº 10.098
A primeira garante atendimento prioritário de pessoas com deficiência nos locais públicos. A segunda estabelece normas sobre acessibilidade física e define como barreira obstáculos nas vias e no interior dos edifícios, nos meios de transporte e tudo o que dificulte a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios de comunicação, sejamou não de massa.
2001 - DECRETO Nº3.956 (CONVENÇÃO DA GUATEMALA)
Põe fim às interpretações confusas da LDB, deixando clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência. O acesso ao Ensino Fundamental é, portanto, um direito humano e privar pessoas em idade escolar dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais, fere a convenção e a Constituição
Para tantoeste estudo de caso visa criar ações para resolver as questões referente um aluno com parasilisia cerebral cuja mãe procurou uma escola, onde sabe da obrigação da escola em receber seu filho, mas a escola diz não ter funcionários, estrutura física e professores capacitados para recebê-lo, neste estudo de caso tentaremos desenvolver ações para resolver o problema:
1- Paralisia cerebral
2-Inclusão
3- Adaptação física da escola
4- Adaptação da equipe escolar
5- Adaptação do ensino aprendizagem


1- PARALISIA CEREBRAL

Segundo a Associação Brasileira de Paralisia cerebral: “Entende-se por paralisia cerebral o conjunto de alterações oriundas de um determinado acomedimento encefálico, caracterizado essencialmente por uma alteração persistente, porem não instável dotônus, da postura e do movimento que se inicia durante o período de maturação anatomo fisiológico do sistema nervoso central”.

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Atualmente, o termo Paralisias Cerebrais (P.C.) vem sendo usado como o significado do resultado de um dano cerebral, que leva à...
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