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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO METROPOLITANO DE ANGOLA
FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO
CURSO DE ECONOMIA

RESENHA CRÍTICA DA OBRA, “A ÁFRICA DEVE UNIR-SE” DE AUTORIA DE KWUAME NKRUMA, CAP XV UNIDADE AFRICANA

DOCENTE: Vita Gouveia
INTEGRANTES DO GRUPO:
EURÍDSE DAVID
JESUÍNA CARLOS
JOÃO COIMBRA SACALUMBO
MARIA DO CÉU ALFREDO
MELÂNEA TOMÁS
LUANDA 26∕OUTUBRO/2012
I | OBRAESCOLHIDA PARA NOTA DE LEITURA |
| NKRUMA, KWAME (1963). A ÁFRICA DEVE UNIR-SE, cap xv, unidade africana. |

II | Palavras-chaves |
| África- (pan-africanismo) – africanos-conferência-independência. |

III | NOTA DE LEITURA DE Kwame Nkruma ( A unidade africana “a Africa deve unir-se). |
Este texto é uma resenha crítica do capítulo XV “ A UNIDADE AFRICANA” (1963: P.p 153-161),da obra “A ÁFRICA DEVE UNIR-SE” autoria de kwame Nkrumah. O autor em estudo foi um líder político, africano, conhecido como um dos fundadores do pan-africanismo que procurou abordar questões puramente de carácter africano, assim como também a sua visão em relação a uma África livre do colonialismo, independente, num período de 1949-1968. O mesmo defendia e quase exigia a formação urgente de umgoverno africano; Nesta perspectiva e continuando a ilustrar, o mesmo autor, vai sustentar não poder haver em África unidade entre os governos anti-imperialistas e os regimes marionetes ao serviço do ocidente imperialista.As questões abordadas sobre a unidade africana neste capítulo, vêm mostrar como por razões do colonialismo houve uma desunião e outras consequências mais entre os povos africanos,em que fazem surgir a necessidade de haver relações mais sólidas entre os mesmos de formas a criarem ligações e a estabelecerem laços de união, para a libertação dos países sob o colonialismo, garantindo, assim, melhor convivência e desenvolvimento, através da criação de uma unidade africana, que se foi amadurecendo com o passar do tempo. Nesta ordem de ideias, afirma o autor que “estou convencidode que as forças que nos unem são superiores as que nos dividem” (Nkruma, 1963:153). Assim sendo, pensamos que, para além de partilharmos o mesmo continente, considerado berço da humanidade, rico em mineiros; há muitas semelhanças nos hábitos e costumes, assim como nas línguas. Não obstante a isto, existiam as marcas e lembranças de uma colonização nos poucos países já livres que tentavamrecuperar-se e uma grande maioria ainda sob o regime colonial causando assim a necessidade de libertar e fazer ressurgir o continente e vontade esta que para as potências colonizadoras não passava de mera utopia, mas aí estava uma das maiores forças de unificação, bem como o real motivo de se promover a unidade e solidariedade dos estados africanos. Mostrando o Fracasso das 4 conferências passadas,devido ao facto de que alguns deputados eram mais idealistas do que executores, razão pela qual muitas das moções votadas não foram realizados, como o exemplo: Propostas em que os aliados e seus associados estabelecessem um código de leis no sentido da «proteção internacional dos nactivos de Africa». E após varias tentativas de se promover a unidade africana em congressos passados, Kwame Nkruma dizconstatar aspectos progressivos resultantes do quinto congresso pan-africano que se reuniu em Manchester, em 1945. “Finalmente o pan-africanismo e o nacionalismo africano recebera uma expressão verdadeiramente concreta, pela primeira vez, insistia-se na necessidade da existência de movimentos bem organizados e firmemente unidos como condição de sucesso da luta pela libertação nacional em Africa”(1963-154). Chegou-se ao acordo sobre um programa de acção e este programa concentrava-se fundamentalmente na existência de alterações constitucionais que estabelecessem o sufrágio universal. Viu-se que o objectivo fundamental era comum: A independência nacional, que conduziria a unidade africana.Vê-se a satisfação do autor em relação aos resultados dos trabalhos outrora apresentados em que também...
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