Estampagem

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Utilização racional da chapa
Prof.: MsC. André Galdino

1. Introdução:
• Antes de se iniciar o projeto de uma ferramenta é necessário fazer um estudo preliminar para um aproveitamento racional da chapa. • Por que é necessário dispor racionalmente a peça na tira?

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• Uma boa disposição além de reduzir ao mínimo os retalhos, proporciona peças de melhor acabamento, melhor qualidade eaté simplifica e facilita as operações de estampagem.

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• Qual das duas disposições é a mais econômica?
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• Examinemos alguns exemplos de disposições convenientes:

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• Disposição imbricada: corta-se a tira primeiro de um lado e depois do outro.

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• Outras vezes, no segundo corte, é preciso virar a tira de ponta-cabeça, ou operar com dois punções alternados.

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9 • Em alguns casos, é até conveniente alterar levemente o formato ou as dimensões da peça.

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• Desta forma, há várias disposições que permitem um ótimo aproveitamento da tira.

Exemplos de aproveitamento sem retalhos.
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• Há também formatos que permitem um aproveitamento ótimo da chapa, de modo a não ter retalhos.

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• Também há aqueles casos onde se tem umadisposição progressiva de furos e cortes.

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• Há também disposição alternada com vários punções:

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• Na disposição progressiva, podem ser feitas peças iguais ou distintas:

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2. Separação do produto e sobra lateral:
• Seja qual for a disposição, para se ter um bom produto e um bom funcionamento, é necessário que a separação entre uma peça eoutra, assim como a largura da sobra lateral, obedeça à seguinte condição: (1) • Onde: x – distância entre peças (mm); t – sobra lateral (mm); e – espessura da chapa (mm).
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• Isto é necessário para que a tira de sobra seja rígida. • Se a condição acima não é observada, pode acontecer que a sobra ceda ao arrasto do punção provocando interferência e suas conseqüências inevitáveis: a) Produtoincompleto ou mal acabado; b) Engripamento ou ruptura da própria ferramenta, etc.
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• O diagrama a seguir fornece a largura mínima de retalho para chapas de aço.

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• Deste diagrama, podemos concluir que: a) Para e > 3 mm: (2) • Quando x é utilizado como referência (encosto de retrocesso) é aconselhável aumentá-lo de 20% para garantirmos que não se deforme sob a ação dearrastamento dos punções.
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b) Para cobre a análogos, sugere-se dobrar os valores do diagrama, especialmente no caso de chapas finas. • Para cortiças e afins: (3)

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• Alguns autores a alguns industriais adotam para o estudo da tira os dados fornecidos pela tabela a seguir. • Esses valores são de orientação e podem ser alterados convenientemente. • Eles são escolhidos em relação a A ou Bconforme o caso, dependendo da influência de cada um. • É bom não esquecer que a tira de sobra deverá permanecer rígida.
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Aço doce, ferro fundido, latão, bronze fosforoso, alumínio e similares

Espessura (mm)
0,2-0,5

A ou B
10 10-30 30-100 100-300 10 10-30 30-100 100-300 10 10-30 30-100 100-300 10 10-30 30-100 100-300 10 10-30 30-100 100-300 10 10-30 30-100 100-300

x
0,50,5-1,0 1,0-2,0 2,0-3,0 1,0 1,0-1,5 1,5-2,0 2,0-3,5 1,5 1,5-2,0 2,0-2,5 2,5-3,5 2,0 2,0-2,5 2,5-3,5 3,5-5,0 3,0 3,0-3,5 3,5-4,5 4,5-6,0 5,0 5,0-5,5 5,5-6,0 6,0-8,0

t
0,5-1,2 1,2-2,0 2,0-3,0 3,0-5,0 1,0-1,5 1,5-2,0 2,0-3,5 3,5-5,5 1,5-2,0 2,0-2,5 2,5-3,5 3,5-6,0 2,0-2,5 2,5-3,5 3,5-5,0 5,0-6,0 3,0-3,5 3,5-4,0 4,0-5,0 5,0-6,0 5,0-5,5 5,5-6,0 6,0-8,0 8,0-10,0

z
1,0 1,0-1,5 1,5-2,0 2,0-2,5 1,51,5-2,0 2,0-2,5 2,5-3,0 2,0 2,0-2,5 2,5-3,0 3,0-3,5 2,5 2,5 2,5-3,0 3,0-3,5 3,5 3,5-4,0 4,0-4,5 4,5-5,0 5,0 5,0-6,0 6,0-7,0 7,0-8,0

ε
0,5 0,5 0,5-1,0 1,0-2,0 1,0 1,0 1,0-2,0 2,0-3,0 1,5 1,5 1,5-2,5 2,5-3,5 2,0 2,0 2,0-3,0 3,0-4,0 3,0 3,0 3,0-4,5 4,5-6,0 5,0 6,0 6,0-8,0 8,0-10,0

δ
3,0 3,0 3,5 4,0 3,0 3,5 4,0 4,0 3,0 3,5 4,0 5,0 3,5 4,0 4,0 5,0 4,0 4,0 5,0 6,0 5,0 5,0 6,0 8,0

0,5-1,0...
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