Ensaio sobre o entendimento humano

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  • Publicado : 24 de maio de 2011
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ENSAIO SOBRE O ENTENDIMENTO HUMANO:
John Locke
INTRODUÇÃO
John Locke é o iniciador da teoria do conhecimento propriamente dita porque se propõe a analisar cada uma das formas de conhecimento que possuímos a origem de nossas idéias e nossos discursos, a finalidade das teorias e ascapacidades do sujeito cognoscente relacionadas com objetos que ele pode conhecer. Seguindo este pensamento Locke, também distingue graus de conhecimento começando pelas sensações até chegar ao pensamento. Locke considera que o conhecimento se realiza por graus contínuos, que partindo da sensação vai até chegar às idéias. Para Locke o que vale é que a fonte de todo conhecimento é experiência sensível,responsável pelas idéias da razão e controlando o trabalho de toda razão. Sobre a linha do desenvolvimento do empirismo, Locke representa um progresso em confronto com os precedentes no sentido de que a sua gnosiologia.Tomando como base de texto sobre: Ensaio sobre o entendimento humano, tentaremos de forma cautelosa expor o nosso conhecimento sobre este assunto
.
As idéias em geral e suaorigem
Ideia é o objeto do pensamento.Se todo tem por si mesmo consciência de que pensa e se aquilo a que o seu espírito se aplica, quando pensa, são as idéias tais que se exprimem pelas palavras brancuras, dureza, doçura, pensar, movimento, homem. Disso decorre a primeira questão a ser investigada: como as ideias são aprendidas? Através da Experiência, todo o nosso conhecimento está nelafundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento que emprega tanto nos objetos sensiveis externos como nas operações internas de nossas mentes. Locke defende que a experiência forma as ideias em nossa mente ”só a experiência preenche o espirito com ideias”. Para argumentar esta sua posição, ele critica o conceito de que já existem ideias em nossa mente ( ideias inatas). Locke, procurademonstrar que qualquer ideia que temos não nasce conosco, mas se inicia na experiência; procura ver exclusivamente, como fonte interna das ideias, a apreensão das proprias atividades ou operações do espírito. É claro que o filósofo não pode deixar de referir algumas paixões ao considerar essas operações do espírito; mas limita-se ao agrado e desagrado que tiramos de certa ideias. Este ponto eimportante, pois serão as emoções e sentimentos, toda vida afetiva – salvo aquilo que nela se liga ao conhecer e ao fazer. E, na hipótese de Locke, a tese de que dependem das ideias pretenderá unicamente significar que a própria vida afetiva não é inata, mas foro da experiência interna e também um movimento do espírito mas reativo a algo que, em ultima análise vem de fora.
Sensação e Reflexão.Todas as idéias derivam da sensação ou reflexão.Esta são duas fontes de conhecimento, de onde brotam todas as idéias que temos ou podemos naturalmente ter. Através da Sensação: A esta grande fonte da maior parte das idéias que temos, posto que estas dependem totalmente dos nossos sentidos e por elas são comunicadas ao entendimento.os cincos sentidos: ouvimos, enxergamos, tocamos, saboreamos echeiramos.Levam informações ao nosso cérebro. Nossos sentidos familiarizados com os objetos sensiveis particulares levam para a mente várias e distintas percepções das coisas segundo os vários meios pelas quais aqueles objetos os impressionam. Reflexão: quando a mente reflete a cerca das suas próprias operações. Essas operações, quando a alma sobre elas reflete e as considera, abastecem o entendimento deuma outra série de idéias que não se poderiam receber das coisas exteriores. Exemplo: percepção, raciocinar, refletir e acreditar.Estas duas fontes, isto é, as coisas externas materiais, como objeto de SENSAÇÃO, e as operações internas da nossa mente, como objetos da REFLEXÃO, são, para mim , os únicos princípios de onde todas as nossas idéias originariamente procedem.
Idéias Simples.
Para...
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