Em busca da felicidade - filosofia (resumo)

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  • Publicado: 18 de dezembro de 2012
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Em Busca da Felicidade
Filosofia cap. 7










Introdução
Procuramos algo para dar sentido a nossa vida. Esse “algo” provavelmente é a felicidade. Mas será que ela existe? Existe um modo de viver feliz? Essa busca incessante pode ser achada em qualquer lugar desde coisas materiais, até sentimentos. Mas onde procura-la? A resposta está dentro de nós, aquilo que nos agrada,que nos faz sentir bem, alegres. É ali que começa essa busca.

















O que significa ser feliz?
É possível ser feliz? Em que consiste a felicidade? Os mais pessimistas acham a felicidade um sonho impossível. Para outros a felicidade estaria nos momentos de consumo, com o que o dinheiro pode nos proporcionar. Para isso tantos esperam as férias, a aposentadoria ou mesmo oprêmio da loteria. A felicidade é vista pelo seu avesso: como a não dor, o não sofrimento, a não perda. De certo modo, representa a adequação das pessoas a comportamentos padronizados, ao que Nietzsche chamaria de “felicidade de rebanho”. Ao contrário dessa busca cega, a felicidade encontra-se mais no que o ser humano faz de si próprio e menos no quealcança com bens matérias e sucesso. Ou seja, apenas as posses não nos tornam felizes, porque a riqueza não é m bem em si, mas um meio de nos proporcionar outras coisas.
A “Experiência de ser”
A felicidade comporta um dado característico, o sentimento de satisfação. Por experiência, sabemos que não é um estado pleno, pois a vida feliz não prevê os contratempos, como a dor, o sofrimento, a tristeza,etc. Só a satisfação não é o suficiente para explicar a felicidade, pois ela implica na realização de desejos que várias vezes são conflitantes. Os desejos não são compatíveis e uma decisão satisfaz um desejo, mas frustra o outro. Aí encontramos mais um componente da felicidade, a autonomia de decisão. Se não somos livres sofremos com influências externas e então temos uma padronização denossas escolhas, mas se agirmos de acordo com nosso pensamento, decidimos de modo coerente. Para tanto precisamos refletir. A reflexão sobre o que fazer da nossa vida para alcançar a felicidade nos coloca diante de escolhas morais. Mas o que é a felicidade sem alguém para compartilhar nossa alegria? Portanto, a felicidade é também a celebração da amizade, do amor e do erotismo.
Ostipos de amor
É difícil definir amor sem pensar nos diversos conceitos definidos pela humanidade ao longo da história. Na linguagem comum, amor é usado em diversas acepções, desde materiais até as religiosas. Fala-se também do amor a pátria, ao trabalho e a justiça. Existem três tipos de amor: filía, ágape e eros.
• Filía: O termo grego filía (philia) geralmente é traduzido por“amizade”. Trata-se do amor vivido na família ou entre os membros de uma comunidade. Os laços de afeto que o expressam são, em tese, a generosidade, o desprendimento e a reciprocidade, isto é, a estima mútua.
Além desse sentido geral, distinguimos a amizade propriamente dita, quando um vínculo mais forte une pessoas que se escolheram pelo que cada um é. Por isso Aristóteles explica que “os que desejambem aos seus amigos por eles mesmos são os mais verdadeiramente amigos”.

• Ágape: Ágape, do grego agápe, significa “amor fraterno”. Entre os cristãos primitivos, terno designava as refeições fraternais, em que se reuniam ricos e pobres, daí o sentido de “caridade”, de “amar ao próximo como a si mesmo”.
Esse tipo de amor não supõe reciprocidade, por que se ama sem esperar retribuição, assimcomo independe do valor moral do individuo que é objeto de nossa atenção. Em termos profanos—não mais religiosos --, trata-se da benevolência universal, a fraternidade pelo qual zelamos pelos outros.

• Eros: refere-se às relações que costumamos chamar de amorosas propriamente ditas.
Diferentemente das outras expressões de amor já citadas, a paixão amorosa está associada á exclusividade e à...
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