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serviço social





IZAMAR GRACEIS CASTELO BRANCO







MEMORIAL DO PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL












Palmas
2012












IZAMAR GRACEIS CASTELO BRANCO




















MEMORIAL DO PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL










Trabalhoapresentado à disciplina de serviço Social. Da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR

Prof.ª Rosane Malvezzi- Maria Ângela Santini –Selma Frossard Costa- Rodrigo Eduardo Zambon.










Palmas
2012






INTRODUÇÃO
“O Serviço Social como profissão tem a marca profunda do capitalismo.É uma profissão que nasceu articulada com um projeto de hegemonia do poder burguês,comoestratégia de controle social. O despertar crítico do Serviço Social, desencadeado pelo reconhecimento da inadequação das teorias importadas à realidade brasileira e pelas novas demandas surgidas do modelo capitalista ”.
Notamos que o código de Ética de 1993 foi uma grande conquista dos assistentes sociais em favor da equidade e justiça social, fazendo com que se priorize a garantia dauniversalidade.
O código de Ética representa um marco para a categoria dos assistentes sociais.
O projeto ético político e seu avanço a partir do movimento de reconceituação ocorrido nos paises da América Latina junto com o processo de redemocratização da sociedade brasileira.



DESENVOLVIMENTO
O Serviço Social se institucionalizou a partir de 1940, como profissão emergente,que expressa,em suaprática, a prestação de serviços e orintação individual de cunho neotomista.Tem sua institucionalização vínculada ao desenvolvimento das grandes instituições estatais de assistência. O Serviço Social é uma profissão de nível superior e pode ser exercida somente por profissionais diplomados em instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e devidamente registrados no ConselhoRegional de Serviço Social (CRESS). A pessoa que se forma no curso de Serviço Social é denominada de assistente social.
O serviço social nasceu da necessidade do enfretamento do conjunto das expressões das desigualdades capitalista. Estas expressões caracterizadas como questões sociais (fome, desemprego, falta de moradia etc.) constituem o objeto de trabalho do assistente social.
A praticaprofissional em seu surgimento esteve por muito tempo ligado à Igreja Católica, que trabalhava questões sociais de forma assistencialista. Nessa época, as moças de família nobres saiam de suas de suas casas para dar esmolas e fazer visitas aos pobres e eram assim conhecidas como “damas e caridades”.
A partir da década de 60, à prática profissional foi rompendo laços com a Igreja Católica, sendorepensada de forma mais técnica e científica dentro da universidade.
Assim, as escolas de serviço Social começaram a trabalhar os estudantes como futuros profissionais que seriam preparadas para serem planejadores, executores e avaliadores das políticas sociais.
A pesar de toda essa trajetória, algumas pessoas ainda pensam erroneamente que o assistente social é um profissional que faz caridade. Issoacontece porque muitas pessoas não conhecem a fundo seus direitos. Desse modo,quando o assistente social viabiliza o acesso aos direitos sociais garantido em lei,ele é tido muitas vezes como uma pessoa bondosa.
Dentre as atribuições do assistente social, de acordo com a Lei nº8. 662/93(lei de regulamentação da profissão) destacam-se:
Elaborar implementar, assegurar coordenar e executar as políticassociais, públicas, privadas e filantrópicas, no âmbito da seguridade social (saúde, assistência e previdência) e ainda no Meio Ambienta, na Habitação, no Lazer, na Educação, e outros.
Elaborar, coordenar, avaliar planos, programas e projetos na área do serviço social.
Pesquisar e estudos que possibilitem o conhecimento da realidade social.
Prestar assessoria consultoria aos órgãos da...
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