Direito

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primeiro defensor






Introdução



O instinto de sobrevivência que aparece na luta contra a morte, pois o homem teme a morte, por mais que ela seja inevitável, o seu medo o remete ao mais primários dos instintos, o instintos animais. E é difícil para o homem negar seus instintos. O homem tenta pois é um ser um racional, no entanto, obviamente o homem não consegue anularinteiramente seus instintos, teme a morte.


Além disso, o instinto de sobrevivência é a defesa para a não-falência da vida. Os animais não têm consciência de morte e mesmo assim defendem-se dela, por puro medo. E às vezes a única defesa é o ataque. Por medo, muitas vezes, atrocidades são cometidas, mas quem é capaz de julgar? Qual ser humano, conhecendo-se falível e puro instinto, éatroz o suficiente para julgar o outro que cometeu um erro por puro medo, por pavor?


A partir de agora, faremos o relato dos fatos que constitui o processo que entitulamos como “O caso dos exploradores de cavernas”, onde consta que cinco exploradores, pertencentes a uma “sociedade espeleológica”, que durante uma expedição ficaram presos em uma caverna após um deslizamento. A situação eracomplicadíssima, já que dentro da caverna não havia substância (animal ou vegetal) para a sobrevivência do grupo (já que haviam levado poucos suprimentos) e a obstrução da saída, por blocos de pedra, estava de maneira muito complicada para sua remoção, bloqueando completamente a única saída. Ao perceberem a difícil situação em que se encontravam, os exploradores concentraram-se próximos à entradabloqueada da caverna, na esperança de que uma equipe de socorro removesse o entulho que os empedia de deixar a prisão.


Tão logo que as famílias sentiram suas faltas, comunicaram ao secretário da espeleológica, a partir de então uma equipe de socorro foi avisada e enviada ao local. A tarefa do resgate se mostrou extremamente difícil. Foi necessário suplementar as forças de resgate,mediante acréscimos de homens e máquinas, que tinham de ser transportados à remota e isolada região, o que demandava elevados gastos. Conseguiu-se instalar um grande canteiro de trabalho, com engenheiros, geólogos, médicos e outros técnicos. O trabalho de desobstrução foi muitas vezes frustrado por novos deslizamentos de terra. Em um destes, dez operários contratados para para o trabalho de desobstruçãomorreram, na tentativa de salvamento.


Muito dinheiro e tempo foram gastos. Foi necessário que a sociedade se mobiliza-se angariando recursos que foram gastos antes que os homens pudessem ser libertados, o que só foi conseguido no trigéssimo segundo dia após a entrada do grupo na caverna.


Após vinte dias do deslizamento, ainda sem que a entrada da caverna fosse desobstruídaos exploradores conseguiram se comunicar com a equipe de resgate através de um rádio transistorizado capaz de receber e enviar mensagens que haviam levado para a expedição.


Os exploradores perguntaram quanto tempo ainda seria preciso para libertá-los e os engenheiros responsáveis pelo salvamento responderam que precisavam de pelo menos dez dias para que a entrada da caverna fossedesobstruída, desde que não ocorressem novos deslizamentos.


Os exploradores queriam saber se havia um médico na equipe de socorro e a este contaram sua situação, “as condições e as rações de que dispunham” e indagaram se conseguiriam sobreviver,por mais dez dias, até serem libertados da sua prisão calcária. Responderam-lhes que era escassa a possibilidade de sobrevivência sem alimentos durantemais dez dias.


Então, o rádio de dentro da caverna silenciou-se durante oito horas até que nova comunicação fosse estabelecida com a equipe de salvamento. Pediram novamente para falar com os médicos e um dos exploradores, Roger Whetmore, em seu próprio nome e em representação aos outros exploradores perguntou aos médicos se eles seriam capazes de sobreviver por mais dez dias se...
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