Descartes, kant, rousseau e hegel

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VIDA, OBRA E PENSAMENTO DOS FILÓSOFOS: DESCARTES, KANT, ROUSSEAU E HEGEL
SUMÁRIO:
- Introdução
1. René Descartes
2.1 Vida e Obra
2.2 Pensamento e metodologia
2.3.1 A Primeira Regra: A Evidência
2.3.2 A Segunda Regra: A Análise
2.3.3 A Terceira Regra: A Síntese
2.3.4 A Quarta Regra: Os Desmembramentos Complexos
2.3 Prova daexistência de Deus
2.4.5 Prova Pela Simples Consideração da Ideia de um Ser Perfeito
2.4.6 Prova pela causalidade das ideias
2.4.7 Prova baseada na contingencia do espírito
2. Immanuel Kant
3.4 Vida e Obra
3.5 Teoria do Conhecimento
3.6 Classificação do Pensamento
3. Jean-Jacques Rousseau
4.7 Vida e Obra
4.8Pensamentos
4.9 Pedagogia
4. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
5.10 Vida e Obra
5.11 Pensamento
5. Referêcias

INTRODUÇÃO:

Neste trabalho será apresentado vida, obra e pensamentos filosóficos de filósofos contemporâneos ligados às teorias pedagógicas. Os filósofos apresentados serão: René Descartes, Immanuel Kant, Jean-Jacques Rousseau e Georg Wilhelm Friedrich Hegel

1.René Descartes
1.1 Vida e Obra:
René Descartes, nascido em 1596 em La Haye uma cidade dos Países-Baixos, no povoado de Touraine, descendia de uma família nobre, da "Era Feudal", em razão de que, o mesmo recebeu o título de Senhor de Perron, pequeno domínio da região de Poitou, passando a também ser conhecido como o "fidalgo poitevino".
O início de sua formação acadêmica se deu em umColégio Jesuíta de La Flèche, entre os anos de 1604 a 1614. Por sua ascendência nobre, Descartes passa a gozar de um regime de privilégios, a exemplo, diferentemente dos outros alunos, o mesmo não tinha horário pra dormir, muito menos para despertar, hábito este que o acompanhou por toda sua vida e que muito contribuiu para a formação de suas teorias, a meditação em seu leito.
Apesar de apreciado porseus professores, ele se declara, no Discurso sobre o Método, decepcionado com o ensino que lhe foi ministrado quando afirmou que:
"A filosofia escolástica não conduz a nenhuma verdade indiscutível, não encontramos nela nenhuma coisa sobre a qual não se dispute. Só as matemáticas demonstram o que afirmam, as matemáticas agradavam-me, sobretudo por causa da certeza e da evidência de seusraciocínios".
Vimos assim o interesse profundo de Descartes pela matemática que o torna uma exceção, uma vez que na busca de dirimir suas dúvidas, o mesmo cria métodos rigorosos e passa a buscar aplicações dos mesmos em outros domínios. Eis por que o jovem Descartes, decepcionado com a escola, parte à procura de novas fontes de conhecimento, o Saber, longe dos livros e dos regentes de colégio, buscandoentão, experiências de vida e de reflexão pessoal:
"Assim que a idade me permitiu sair da sujeição a meus preceptores, abandonei inteiramente o estudo das letras; e resolvendo não procurar outra ciência que aquela que poderia ser encontrada em mim mesmo ou no grande livro do mundo, empreguei o resto de minha juventude em viajar, em ver cortes e exércitos, conviver com pessoas de diversos temperamentose condições".
Após essa etapa o mesmo muda-se pra Holanda, onde se ocupa, sobretudo com matemática, ao lado de Isaac Beeckman. Em virtude de um inverno rigoroso, o mesmo é forçado a se entregar inteiramente à meditação, o que induz e o faz concluir que ele está destinado a unificar todos os conhecimentos humanos por meio de uma "ciência admirável" da qual será o inventor. Mas ele aguardará até1628 para escrever um pequeno livro em latim, as "Regras para a direção do espírito" (Regulae Ad Directionem Ingenii).
A ideia fundamental que neste livro é abordado é que a unidade do espírito humano ( em qualquer dos focos em que esteja o objeto da pesquisa) deve permitir a invenção de um método universal. Em seguida, Descartes prepara uma obra de física, O Tratado do Mundo, cuja publicação...
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