Desafio matematica

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Universidade Anhanguera – Uniderp
Centro de Educação a Distância

Curso Superior Tecnologia em Matemática

ATIVIDADE AVALIATIVA DESAFIO DE APRENDIZAGEM

Disciplina: Matemática

Prof. Me. Pedro Hiane

José Luiz Sanches RA 3333551877

2011
Nome do Acadêmico
José Luiz Sanches

Atividade Avaliativa Desafio de Aprendizagem

Disciplina: Matemática

Prof. Me. Pedro HianeAtividade Avaliativa: Desafio de Aprendizagem apresentado ao Curso Superior Tecnologia em Gestão Pública da Universidade Anhanguera Uniderp, como requisito para a avaliação da Disciplina Matemática ata obtenção e atribuição de nota da Atividade Avaliativa.

2011
1. Introdução

a) receita, lucro, demanda, oferta, juros e montante que se encaixem emmodelos de função de 1º grau, função de 2º grau e exponencial com respectivos exemplos.

b) Toda esta pesquisa deverá conter as fontes de referência pesquisada

A - função receita é dada pela composição:
Receita = Quantidade x preço. – a função receita é dada pela venda de uma determinada quantidade x de produtos por um valor unitário.

A função lucro é dada pela composição:
Lucro = Receita –Custo - um vendedor ou produtor obtém seu lucro subtraindo seu custo da receita arrecadada.
A função demanda é dada pela composição:
Considere as circunstâncias relativas a um fabricante, nas quais as únicas variáveis são PREÇO p e a QUANTIDADE de mercadorias demandadas x, portanto a função demanda é uma relação entre a quantidade demandada x e o preço p.
Em geral quando o preço é baixo, osconsumidores procuram mais a mercadoria e vice-versa.

Função Oferta
Assim como a demanda, a oferta também pode ser expressa por uma função, relacionando se preço e quantidade oferecida de uma mercadoria. A função oferta é crescente, pois quando o preço sobe, existem mais produtores interessados em colocar no mercado quantidades cada vez maiores de seu produto, quando o preço cai, essa ofertadiminui.
Vimos no primeiro texto sobre Juros Simples que a fórmula clássica para o cálculo de juro simples é:
j = C x r / 100,
Sendo
C = Capital
r = a taxa percentual.
Agora vamos tratar do tempo.
Se alguém empresta dinheiro a 3%a.m., isto significa por convenção (combinação, acordo, trato entre pessoas) que para cada R$ 100,00 embutidos no valor do empréstimo, R$ 3,00 deverão ser pagoscomo aluguel desse dinheiro todo o mês.
‘a.m.’, então, é uma combinação (convenção) entre pessoas, que quer dizer ‘ao mês’, ‘todo mês’, ‘por mês’.
Poderia ser ‘a.a.’, que significaria ‘ao ano’, ‘por ano’.
Então, simplesmente – caso seja uma taxa ‘a.m. ’ – a gente multiplica o que se ganha de juro pelo tempo em meses que o dinheiro ficou à disposição de quem o tomou. Logo, o juro que sai de
j = rx C / 100
vai se repetir ‘t’ meses e a fórmula é simplesmente afetada disto, passando a ser
j = r x C / 100 x t
ou
j = Cit/100 (como nos livros).
Se o tomador permanecer 3 meses com o dinheiro do empréstimo, terá de pagar 3 x j, ou seja, r x C / 100 x 3, que pode se entendido que ele pagará três vezes mais juros do que alguém que ficaria apenas um período.
Mas vamos tratar de ‘t’ valendo 1mês para construirmos nossa história. Assim, ainda não precisamos escrevê-lo na fórmula. Vamos entender que o ‘contrato’ é de um período apenas. Pode ser o empréstimo por apenas um mês.
A Caderneta de Poupança, por exemplo, paga 6%a.a. ao depositante (veja que o depositante aqui é quem empresta dinheiro ao banco).
Mas as sutilezas, com o desenvolvimento das relações comerciais, vão se refinando.Uma pergunta: No caso da Caderneta de Poupança, isto significa que quem depositar seu dinheiro lá irá receber R$ 6,00 por cada R$ 100,00 somente quando seu depósito fizer um ano?
Nada impediria que fosse assim. Quem quiser emprestar dinheiro e pôr a mão nos juros após um ano de empréstimo pode fazer isto.
Mas, combinou-se outra coisa: a Caderneta de Poupança iria pagar todo mês.
Mas aí vem...
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