Danos morais

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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO


TECNILOGIA EM LOGISTICA



DANOS MORAIS NAS EMPRESAS



SÃO PAULO MAIO 2012SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 2

1 dano moral

1.1.conceito........................................................................................................................3

1.2 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DANO MORAL . 4

2 Assédio moral

2.1 CONCEITO 5

2.2– RELAÇÕES DE ASSEDIOMORAL............................................................................6

4 - DANO MORAL EM PESSOA JURIDICA...............................................................7

5- RELATO DE NOTÍCIA....................................................................................................9

6- CONCLUSÃO OU CONSIDERAÇÕES FINAIS 10

REFERÊNCIAS 11

INTRODUÇÃO

Danos morais segundo sua historia seu significado e conceito suas aplicações econseqüências, relata de forma bem clara e objetiva o que vem a ser assedio moral suas atribuições com exemplos de como perceber se esta sendo vitima ou perseguidor.
Relata assedio moral em empresas transparecendo que só é notado com se trata de indenizações e que as empresas sofrem sim assedio moral.
Relato da noticia

(PODEMOS DESCUTIR PARA MELHORAR .............................)1- DANO MORAL

1.1.conceito
Lineamentos gerais – Dano é o resultado de uma ação ou omissão, não estribada em exercício regular de um direito, em que o agente causa prejuízo vou viola direito de outrem por dolo ou culpa. Tal é o comando do art. 159 do código civil de 1956, que em conseqüência sanciona qual for a modalidade do dano. Assim tanto osdanos patrimoniais como os morais não refogem da incidência desse comando genérico. O novo Código Civil prevê expressamente o dano moral (art186).
Dano Moral é o sofrimento humano provocado por ato ilícito de terceiro que molesta bens imateriais ou magoa valores íntimos da pessoa, os quais constituem o sustentáculo sobe qual sua personalidade é moldada e sua postura nas relações em sociedade éerigida.Dano Moral, na precisa definição de Antônio Chaves “ é a dor resultante da violação de um bem juridicamente tutelado sem repercussão patrimonial.Seja a dor física – dor sensação como denomina Carpenter, nascida de uma lesão material;seja e dor moral- dor sentimento – de causa material.

– 1.2 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DANO MORAL

Como se o universo de direitos passíveis de afronta nãotranscendesse a barreira dos bens materiais, a noção jurídica de dano vincilou-se historicante à idéia de patrimônio. Espraiou-se pela doutrina e pela jurisprudência majoritárias a concepção de que apenas em relação aos bens materiais, porque efetivamente avaliáveis, o dano era determinável e, portanto, suscetível de ressarcimento.Tal reparação se perfaz mediante o preenchimento do espaço faltante nopatrimônio do lesado, reconstituindo sua incerteza original. O dano patrimonial referencia-se, destarte, a uma unidade de valor, determinada previamente à pratica do ato ilícito.
Essa Diretriz predominou a jurisprudência nacional onde não era idenizável segundo a orientação do supremo tribunal nada obstante a abstratividade do art. 159 do código civil de 1916.
Isso mudou com a nova constituição de1988 onde se corrigiu rumos e propendeu para o lado da reparabilidade do dano moral.
Deste modo, a reparabilidade do dano moral foi admitida amplamente, em sede constitucional, para todos os ramos do direito.Por via de conseqüência a jurisprudência assimilou, como não poderia deixar de ser a diretriz de Lei maior.
Todo aquele que ofender um bem juridicamente tutelado, ainda que imaterial,...
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