Cultura da canola

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

Campus Apodi-RN

Curso Técnico Integrado em Biocombustíveis















RELATÓRIO TÉCNICO DE CULTURA DA CANOLA

DA DISCIPLINA CULTURA PARA

PRODUÇÃO DE

BIOCOMBUSTIVEIS















Apodi-RN

Outubro/2012

Michael Douglas Batista de Araújo

Marília Mileny Melo AraújoProfessor (a)

Dra. Sc. Danila Neri













Relatório Cultura da Canola
















ÍNDICE



Introdução 04
Apresentação 05
Caracterização Botânica 06
Exigências do solo e agroecoclimáticas 07
Preparo do solo 08
Métodos e épocas de semeadura 09
Rotação de culturas 10
Qualidade das sementes 11
Manejo da área antes da semeadura 12Adubação 13
Insetos e Doenças 14
Controle de plantas daninhas 17
Área livre de pragas de solo 18
Controle de pragas e moléstias 18
Colheita e Manejo 18
Manejo do solo após a colheita 19
Armazenamento, Secagem e Comercialização 22
Referência consultada 23
Glossário 24
Introdução



A planta da canola é similar á da colza quanto a sua estrutura, ao ciclo vegetativo e ás exigênciasclimáticas e do solo.
No RS, a canola constitui-se numa boa alternativa como cultura de inverno, ao lado do trigo, e sendo sucedido por culturas de verão como a soja, o milho, o sorgo, o feijão, entre outras, dentro de um sistema de rotação e sucessão de cultivos.
No Brasil se cultiva apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. var. oleifera, que foi desenvolvida por melhoramentogenético convencional da colza. É uma alternativa para diversificação e geração de renda no período de inverno, nos sistemas de rotação de culturas das regiões tritículas da região Sul do Brasil.


Apresentação



A canola (Brassica napus L. var oleifera) e uma especie oleaginosa, da família das crucíferas, passível de incorporação nos sistemas de produção de grãos do Sul do Brasil.Destaca-se como uma excelente alternativa econômica (não exige ativos específicos, valendo-se da mesma estrutura de maquinas e equipamentos disponíveis nas propriedades) para uso em esquemas de rotação de culturas, particularmente com trigo, diminuindo os problemas de doenças que afetam esse cereal (redução de inoculo de fungos necrotroficos que comprometem o rendimento e qualidade de trigo, aexemplo do Fusarium graminearum e Septoria nodorum) e oportunizando a produção de óleos vegetais no inverno (grãos colhidos no Brasil apresentam em torno de 38% de óleo). Também traz benefícios para as leguminosas, como soja (não e hospedeira de nematóide de cisto, por exemplo) e feijão, e gramíneas, caso do milho (reduz problemas causados por mancha de diplopia e cercosporiose), cultivadas em sucessãoaos cultivos de inverno, na safra de verão. Além de produção de óleo para consumo humano (indicado como alimento funcional por médicos e nutricionistas, a canola também se presta para a produção de biodiesel (inclusive grãos que sofreram excesso de chuva na colheita, seca, ou outros fatores que comprometem a qualidade para comercialização) e, no caso do farelo (34 a 38 % de proteínas), para aformulação de rações.
No Brasil, hoje, se cultiva apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. var. oleifera, que foi desenvolvida por melhoramento genético convencional da colza, grão que apresentava teores mais elevados de ácido erucico e de glucosinolatos. Na Embrapa Trigo as pesquisas e experiências com a produção e uso de óleo de colzacomo combustível, iniciadas nos anos 1980,foram interrompidas na década de 1990 após o abrandamento da crise do petróleo e consequente alteração de prioridades governamentais. No final dos anos 1990, retomou-se a pesquisa com essa cultura, exclusivamente com o padrão canola. Atualmente, com a demanda pelos bicombustíveis, essa cultura conta com um novo incentivo de produção. Este “Sistema de Produção” e mais um resultado do esforço que...
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