Crise financeira

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ABORDAGEM SISTÊMICA DOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL ATUAL NAS INDÚSTRIAS DE PETRÓLEO.
(ESTUDO DE CASO NA PETROBRAS)

TRABALHO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA APRESENTADO À COMISSÃO DE PESQUISA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ – INSTITUTO DE ECONOMIA COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONCLUSÃO DO CURSO.

ORIENTADOR: PROF.FERNANDO CARLOS DE CERQUEIRA LIMA

RIO DE JANEIRO

MAIO/09

AGRADECIMENTOS

AO MEU FILHO JOÃO VICTOR, QUE ATRAVÉS DO SEU SORRISO, RENOVA MINHAS ESPERANÇAS.

AO MEU MARIDO MÁRCIO, QUE ATRAVÉS DE SEU COMPANHEIRISMO, RENOVA MINHAS FORÇAS.

AOS MEUS PAIS, QUE ATRAVÉS DO APOIO INCONDICIONAL, RENOVAM MINHAS EXPECTATIVAS DE UM MUNDO MELHOR.

E A DEUS, QUE ATRAVÉS DE SEU AMOR,RENOVA DIARIAMENTE MINHA FÉ.

RESUMO

ESTE TRABALHO TEM POR OBJETIVO ABORDAR DE FORMA SISTEMÁTICA OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL ATUAL, SUAS CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS. CONTEXTUALIZAR O PAÍS, SUAS PERSPECTIVAS FRENTE AO CENÁRIO MUNDIAL, DESTACANDO OS PRINCIPAIS PONTOS FORTES E FRÁGEIS DA ECONOMIA BRASILEIRA. ASSOCIADO A ESSE CONTEXTO, FAREMOS UMA ABORDAGEM SOBRE OS EFEITOS DA CRISE NAINDÚSTRIA DE PETRÓLEO, NA PETROBRAS E NOS SEUS PRINCIPAIS INDICADORES. O TRABALHO ENFATIZA A SITUAÇÃO DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO, FRENTE AO CENÁRIO ATUAL DA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL E EM RELAÇÃO ÀS INCERTEZAS DO MERCADO, ABORDA O IMPACTO QUE ALGUMAS VARIÁVEIS ECONÔMICAS, TAIS COMO CÂMBIO, PREÇO, CUSTOS DE SONDAS E TAXAS DE JUROS, PODEM AFETAR SEU RESULTADO ECONÔMICO, ALÉM DE RESSALTAR OS PONTOS FORTESE OPORTUNIDADES DE MELHORIA EXISTENTES NO CONTEXTO EM QUE A INDÚSTRIA ESTÁ SUBMETIDA.

SUMÁRIO

1 – INTRODUÇÃO 4
2 - APRESENTAÇÃO 4
2.1 – DELIMITAÇÃO DO TEMA 4
3 – OBJETIVO GERAL 4
3.1 – OBJETIVO ESPECÍFICO 4
4 – JUSTIFICATIVA 5
5 – O PROBLEMA 5
6 – HIPOTESE BÁSICA 5
7– METODOLOGIA 5
8 – CRONOGRAMA 6
9 – BIBLIOGRAFIA 6

INTRODUÇÃO

EM 2001, O MERCADO IMOBILIÁRIO DOS EUAVIVIA UMA FASE DE EXPANSÃO ACELERADA E A RESERVA FEDERAL AMERICANA (FED) REDUZIU A TAXA DE JURO DE FORMA A TORNAR OS EMPRÉSTIMOS E OS FINANCIAMENTOS MAIS ACESSÍVEIS E COM O INTUITO DE CONTROLAR OS EFEITOS DOS ATAQUES TERRORISTAS DO 11 DE SETEMBRO. O OBJECTIVO ERA ENCORAJAR OS CONSUMIDORES E AS EMPRESAS A GASTAR.

DOIS ANOS DEPOIS A CRIAÇÃO DE EMPREGO E O INVESTIMENTO EMPRESARIAL ESTAVAM EM NÍVEISBAIXOS E A TAXA DE JURO DESCIA PARA 1%, O VALOR MAIS BAIXO DESDE O FINAL DOS ANOS 50. SIMULTANEAMENTE, AS VÁRIAS INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS DEIXARAM DE SER TÃO EXIGENTES NAS CONDIÇÕES REQUERIDAS PARA CONCEDER CRÉDITOS. O SECTOR IMOBILIÁRIO LUCROU COM A FASE DE JUROS BAIXOS JÁ QUE A OFERTA E PROCURA DE HABITAÇÕES AUMENTOU.

EM 2005 O «BOOM» DO MERCADO IMOBILIÁRIO ESTAVA IMPLEMENTADO. COMPRAR CASATORNOU-SE UM BOM NEGÓCIO NÃO SÓ PARA QUEM PROCURAVA HABITAÇÃO MAS TAMBÉM PARA QUEM QUERIA INVESTIR. AO MESMO TEMPO CRESCEU O NÚMERO DE HIPOTECAS E O DINHEIRO DO FINANCIAMENTO ERA UTILIZADO PARA SALDAR DÍVIDAS ANTIGAS E CONSUMIR. AS EMPRESAS HIPOTECÁRIAS DESCOBRIRAM UM NOVO SEGMENTO DE MERCADO COM GRANDE POTENCIAL: OS CLIENTES «SUBPRIME».

O «SUBPRIME» É UM CRÉDITO À HABITAÇÃO DE ALTO RISCO QUE SEDESTINA A UMA FATIA DA POPULAÇÃO COM RENDIMENTOS MAIS BAIXOS E UMA SITUAÇÃO ECONÓMICA MAIS INSTÁVEL. A ÚNICA GARANTIA EXIGIDA NESTES EMPRÉSTIMOS É O IMÓVEL. ESTE SEGMENTO DO MERCADO DE CRÉDITO É EXCLUSIVO DOS ESTADOS UNIDOS, NÃO HAVENDO NA EUROPA UM PARALELISMO EXACTO.

POR TER UM ELEVADO RISCO, AS TAXAS DE JURO TORNAM-SE MAIS ALTAS, SITUAÇÃO QUE ATRAIU GESTORES DE FUNDOS E BANCOS. ESTES GESTORESCOMPRAVAM TÍTULOS «SUBPRIME» ÀS COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS PERMITINDO ASSIM QUE FOSSE FEITA UM NOVO EMPRÉSTIMO SEM QUE A DÍVIDA ANTERIOR ESTIVESSE SALDADA. ESTA SITUAÇÃO GEROU UMA CADEIA DE VENDA DE TÍTULOS «SUBPRIME». QUANDO A FED COMEÇOU A SUBIR DE NOVO OS JUROS O PROBLEMA ESTALOU.

COM JUROS MAIS ALTOS ACOMPANHADOS PELA QUEDA DOS PREÇOS DAS CASAS, AS FAMÍLIAS FICARAM SEM CAPACIDADE PARA...
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