Crack

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  • Publicado : 7 de novembro de 2012
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INTRODUÇÃO

O presente portfólio pretende-se compreender o uso do crack na sociedade e o papel do poder público diante a situação a ser enfrentada. Temos que tratar dos dependentes da droga (crack) através de assistência médica e tratamento de saúde. Este trabalho pretende apresentar o enfrentamento do problema do crack no contexto da saúde pública através de pesquisas e ações de políticasinstitucionais que são realizadas para o enfrentamento do crack no âmbito da saúde pública, por meio de entrevistas realizadas com profissionais que atendem nos serviços de saúde pública.
O crack é uma droga que tem um poder maior de gerar dependência, pois a fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas. Ao sentir prazer intenso, o usuário sente a urgência em repetir o uso da droga.DESENVOLVIMENTO

A dependência das drogas é transtorno em que predomina a heterogeneidade, já que afeta as pessoas de diferentes razões, em diferentes contextos e circunstâncias. Além de se tornarem alvo de doenças pulmonares e circulatórios que podem levar à morte, os usuários se expõem a violência e a situação de perigo que também podem matá-los. Muitos consumidores de drogas não compartilhamda expectativa e desejo de abstinência dos profissionais de saúde e abandonam o serviço.
É importante ressaltar que as políticas públicas voltadas para o enfrentamento do crack ainda são muito recentes e realizadas pelo governo federal, estadual e municipal, de uma maneira que poderia ser mais bem integrada. A situação a ser enfrentada, envolve toda a sociedade e todo poder público de forma aerradicar todo o problema.
O uso e abuso de substâncias transformou-se em um grave problema de saúde pública em praticamente todos os países do mundo. Está altamente associado com comportamentos violentos e criminais, como acidentes de trânsito e violência familiar, principalmente entre indivíduos com histórico de agressividade e com complicações médicas e psiquiátricas elevando drasticamente osíndices de mortalidade (Chalub & Telles, 2006; Kolling, Silva, Carvalho, Cunha e Kristensen, 2007, Nassi
Vários especialistas convidados a participar de debates sobre o enfrentamento do narcotráfico e a descriminalização das drogas no Amazonas, acreditam que a implantação de políticas públicas que garantam o atendimento ao usuário e desenvolvam projetos de prevenção; bem como um sistema carcerárioque realmente ressocialize o condenado isso pode ser uma das soluções para a luta contra as drogas. Com o objetivo de combater o aumento da violência, da AIDS e das doenças sexualmente transmissíveis e a desagregação familiar como consequência do aumento do consumo de drogas, o subsecretário de políticas Antidrogas, Cloves Benevides, foi um dos expositores dos problemas enfrentados com as drogas.Ela acredita que o Brasil precisa discutir o tema de forma não episódica. Não adiante debater a descriminalização das drogas se não há uma estrutura política de tratamento, prevenção e reinserção do usuário. O problema mais significativo é o controle das fronteiras. O Brasil produz pouquíssimo do que consome e está na divisa com os principais produtores. Benevides ressaltou que todo o problemacomplexo tem uma solução simples, que é errada. Segundo ele, não há dois casos iguais de dependência de drogas, e as próprias drogas evoluem sempre. Um quilo de pasta de coca sai da Bolívia por US$ 2 mil, e seu custo de produção é de apenas 5%. Nos Estados Unidos chega a R$ 25 mil e na Europa a R$ 40 mil explica. Para ele, as três frentes de combate, as drogas têm que ser harmonizadas e nenhumanegligenciada: a prevenção à repressão e o tratamento.
A análise das práticas profissionais que envolvem o apoio, ou tratamento de adolescentes incluídos nos programas de políticas públicas da sociedade brasileira contemporânea convoca a um esforço de prevenção para além do que está escrito nos projetos de atenção a esse público, ou seja, para além do “dito” nos discursos políticos-institucionais...
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