Crack uma questao de saude publica

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL


ÂNDRIA ZANOTELLI BONATTO CUNHA.
CYNTIA APARECIDA SANTIAGO PIANA SPERANDIO
MARIA BERNADETE CANDEIAS KUSTER
MARIA DA GLÓRIA CORREA LIMA ROSA
NILCILÉIA MORAES BULUCAROSIMERE MARCELINO SPERANDIO
SOLANGE DE OLIVEIRA TOREZANI











Crack uma epidemia que teve ser tratada como questão de saúde pública















Colatina/ES
2012


ÂNDRIA zANOTELLI bONATTO CUNHA.
CYNTIA APARECIDA SANTIAGO PIANA SPERANDIOMARIA BERNADETE CANDEIAS KUSTER
MARIA DA GLÓRIA CORREA LIMA ROSA
NILCILÉIA MORAES BULUCA
ROSIMERE MARCELINO SPERANDIO
SOLANGE DE OLIVEIRA TOREZANI















Crack uma epidemia que teve ser tratada como questão de saúde públicaTrabalho apresentado ao Curso Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas Psicologia Geral, Antropologia, Formação Social, Política e Econômico do Brasil, FHTM do Serviço Social I


Prof. Lisnéia Rampazzo
Prof. Giane Albizzzetti,Prof. Gleiton Lima
Prof. Rosane Malvezzi




Colatina/ES





2012



SUMÁRIO



RESUMO................................................................................................................. iv

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................12 DESENVOLVIMENTO..............................................................................................2

3 CONCLUSÃO............................................................................................................5

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................6REFERÊNCIAS............................................................................................................7
































RESUMO

O Avanço da criminalidade e as complexas relações entre as drogas e violência, principalmente o crack, tem imposto desafios cada vez maiores, exigindo respostas eficazes do governo e da sociedade, a partir da unificação dos esforços dos maisdiferentes segmentos na construção de alternativas na busca de soluções concretas, capazes de reverter os desafios e efeitos perversos que os problemas associado. Não se sabe exatamente quantos são os usuários de crack no país. Estima-se que no Brasil haja centenas de milhares de usuários, principalmente adolescentes e adultos jovens. A maioria é das classes C e D e começa a usar por volta dos 14anos. Entre os estudantes do ensino médio nas maiores cidades do Brasil, cerca de 0,5% já usou crack ao menos uma vez. Pesquisas em andamento deverão, a curto prazo, indicar com maior precisão quantos e quais são os usuários de crack, bem como as condições de uso e de vida . Os Municípios brasileiros devem participar da Política Nacional de Enfrentamentoao Crack e outras drogas, identificando suasdemandas e necessidades, elaborando o plano municipal integrado de ações e serviços de prevenção e enfrentamento ao crack e outras drogas, promovendo tratamento adequado e a reinserção social e profissional dos usuários de drogas.
Existem diversas abordagens para quem deseja se recuperar da dependência do crack. Não há  um tratamento único, que seja apropriado para todos os casos. Técnicas e...
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