Consumo de drogas

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  • Publicado : 17 de outubro de 2012
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INTRODUÇÃO
Em uma sociedade tão abalada pelo uso desordenado do crack, vemos tantos problemas sociais difíceis de ser solucionados. Por suas conseqüências. Diante do problema todos ficam a se perguntar  a questão do crack é de quem? Quem é responsável pelo problema? Quem é o responsável por tratar esse problema? Sendo mais ampla: a questão da culpa e tratamento de drogas, lícitas e ilícitas, éde quem? Algumas pessoas diriam que a culpa é do sistema econômico, do sistema de trabalho que temos. Outros diriam que é a questão da violência. Outros diriam que é uma questão de educação. Outros ainda de saúde pública.
Perde-se tanto tempo na discussão de quem é ou deixa de ser o responsável pelo problema que este nunca é devidamente identificado e pelo menos, amenizado. E pior: o problemaagrava-se ainda mais, dia a dia, sob as marquises, os pontos cegos das praças, próximo às rodoviárias, estradas, as plantações de nosso país. Sim, porque agora o crack passou a fronteira urbana e é um problema de saúde pública das áreas rurais, onde seres humanos se sujeitam a pesadas rotinas laborais e para atenuar o sofrimento, a fome, solidão e tristeza se distraem em uma brincadeira fatal.  Ealguns diriam que isso é falta de vergonha na cara.
O crack já causa transtornos na maior parte do Brasil. Das 4.400 cidades que responderam a uma pesquisa divulgada no início de novembro pela Confederação Nacional de Municípios, 63,7% afirmaram enfrentar problemas de saúde por causa da droga. No setor de segurança, a preocupação com o crack e outras drogas afeta 58,5% dos municípios, e na área deassistência social, o índice chega a 44,6%.A América latina é o continente com a maior epidemia do crack.(segundo sites de busca www.brasil.gov.br enfrentando o crack /problema da sociedade moderna.)

DESENVOLVIMENTO
O consumo do crack pode causar impactos profundos nas relações sociais e familiares do usuário. Quando o uso da droga se torna freqüente, a pessoa deixa de sentir prazer em outrosaspectos da vida, como o convívio com parentes e amigos. Toda a dinâmica familiar e social é afetada por esse comportamento, fragilizando os relacionamentos.
O uso abusivo do crack está associado ao isolamento, perda ou afastamento do trabalho, estreitamento do repertório social e problemas familiares como separações conjugais, deterioração da convivência e isolamento. “O usuário se afasta docírculo familiar e dos amigos e passa a maior parte do tempo sozinho consumindo a droga ou com pessoas que também fazem o uso. As relações são caracterizadas mais pelo consumo coletivo da droga do que por vínculos afetivos”.( Segundo a psicoterapeuta familiar Eroy Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp))
No casal, a relação de cumplicidade e o cuidado com o relacionamento deixam deexistir - a droga passa a ser o centro das atenções. “O usuário de crack não consegue se organizar, ter ritmo, ser constante. Além disso, a depressão e a angústia o impedem de cuidar de outros e mesmo de estabelecer relações estáveis”, familiares e consequentemente social. É ai que se percebe a perda da estruturação familiar, o que interfere muito nas relações (Explica a psicóloga Raquel Barros, da ONGLua Nova.)
O uso do crack tende a fragilizar todas as pessoas que fazem parte da vida do dependente e sentimentos como desespero, angústia e medo acabam por permear as relações familiares. “Diante da droga, muitas famílias acabam se escondendo e se culpando, pois têm de enfrentar mais problemas do que aqueles que já estão habituados a encarar. É um movimento que gera mais fragilidade e impotênciae reforça ainda mais o espaço da droga na vida das pessoas”, acredita.(segundo sites de pesquisa www.brasil.gov.br enfrentando o crack/ efeitos- e- conseqüências vida social e familiar)
CONCLUSÃO
Todos buscam uma solução para o problema do crack.Especialistas criticam a falta de ações integradas para o combate do uso da droga e divergem sobre a eficácia na internação compulsória de crianças...
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