Controle de natalidade x aborto

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CONTROLE DE NATALIDADE
X
ABORTO

São Paulo, Nov/2011

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO 4
CONTROLE DE NATALIDADE.........................................................................................................5
ABORTO........................................................................................................................................7
MILAGREPRÓ-VIDA......................................................................................................................8
CONCLUSÃO.................................................................................................................................9
BIOGRAFIAS.................................................................................................................................10

INTRODUÇÃO

Oscontrolistas nos venderam o controle de população como algo necessário e urgente... Têm-nos feito acreditar que somos muitos no mundo e que os países, especialmente os mais pobres, devem impor drásticas políticas de redução da taxa de natalidade, ou muito em breve, todos morreremos por falta de recursos ou porque, sendo muitos, poluiremos nossos planetas até torná-lo impossível de ser habitado.Realmente é necessário o controle de natalidade?
Estamos ficando sem mantimentos?
Estamos ficando sem espaço?
As nações pobres são pobres porque têm muita gente?
Aqui temos algumas respostas aos mitos da superpopulação

O Nascimento de um Mito

O Mito do controle populacional não surgiu do nada nem tampouco é uma idéia moderna apoiada em dados científicos. É um mito criado peloeconomista inglês Robert Thomas Malthus (1766-1834). Malthus aplicava um aumento aritmético às subsistências e um geométrico à população, adotando para suas projeções períodos de 25 anos cada um. Malthus aplicou esta hipótese a sua nativa Inglaterra: assim, nos primeiros 25 anos, população e abastecimento resultam iguais, porque ambos foram dobrados. No seguinte período a população chegaria aos 28milhões, mas com um abastecimento adequado apenas para 21 milhões. Ao término do quarto período (que Malthus destaca como 1898), a população chegaria a 112 milhões, porém o abastecimento alcançaria somente a 35, ficando 77 milhões de seres totalmente privados de mantimentos.
E que aconteceu? Bom... Qualquer um sabe que o país de Malthus -não um e sim quase dois séculos depois- conta com pouco menos de 58milhões de habitantes e supera em 32 pontos o nível mínimo de necessidades calóricas per capita.
A lei de Malthus e seu cálculo, simplesmente carecem de respaldo nos fatos; constituem um engano intelectual, típico da ciência do século XIX: atribuir aos fatos sociais complexos às características da matéria física e de variáveis e elementos de número manejáveis.

Controle de Natalidade
Quempropõe o "controle da natalidade" por meios artificiais o fazem movidos por vários mitos a respeito dos métodos naturais de regulação da natalidade:

"são antiquados e poucos eficazes"
"são muito complicados"
"são inviáveis"

Mas a Verdade é outra:
Os métodos naturais, especialmente os mais modernos, têm o suporte científico mais desenvolvido e consistente.
Dado que respeitam osritmos naturais da pessoa, uma vez aprendidos, os métodos naturais se incorporam facilmente ao ritmo da vida das pessoas.

Os métodos naturais não têm nada de inviável. Certamente supõem o diálogo, o autodomínio e a corresponsabilidade do casal, mas isto, em vez de uma desvantagem, é o grande benefício comparativo dos métodos naturais que nenhum método artificial poderá jamais dar: compreensão,respeito mútuo, diálogo do casal e a conseqüente contribuição ao desenvolvimento integral de cada uma das pessoas.

Eficácia dos métodos naturais
Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde, os métodos naturais de planejamento familiar demonstraram possuir uma ampla superioridade sobre os métodos artificiais (anticoncepcionais-abortivos) em diversos aspectos. Em tais estudos...
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