Cin-estudo da marca

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ESTUDO DA MARCA

NUMA PERSPECTIVA DE MARKETING



1. Objectivo do trabalho 2
2. Âmbito do trabalho 2
3. Caracterização do Grupo CIN 2
3.1. História do Grupo 2
3.2. Áreas de Negócio 6
3.3. Grupo CIN 7
3.4. Unidades produtivas do Grupo CIN 8
4. Dados contabilísticos 9
5. Posicionamento da marca face ao mercado 10
6. Dados do sector de tintas e vernizes 13
6. 1.Elementos gerais 13
6.2. Caracterização do sector - “os 4 ases” 15
7. Funcionamento do Departamento de Marketing 17
8. Conclusões 18
8.1 Nota introdutória 18
8.2 Marca CIN 19
9. ANEXOS 20
9.1 Questionário 20
10. Fontes de Informação 32

1. Objectivo do trabalho
Este trabalho teve como objectivo efectuar um estudo sobre a evolução e posicionamento da marca CIN, nosentido de aplicar os conceitos aprendidos nas aulas da disciplina de Marketing. A escolha recaiu na CIN, em virtude de uma recente campanha publicitária na televisão, relacionada com painéis adequados à prática de grafitti numa iniciativa lançada pela empresa, que foi alvo da nossa atenção. A CIN é também uma empresa líder de mercado e aposta forte na internacionalização.

2. Âmbito do trabalhoO trabalho que nos propusemos realizar pretendeu abranger os aspectos relacionados com a marca CIN que nos pudessem auxiliar a compreender como funciona o Marketing estratégico de uma empresa e como esta chegou a um patamar de protagonismo num mercado extremamente concorrencial. Assim, procuramos obter dados financeiros da empresa, a sua história e o seu actual posicionamento no mercado ao níveldos principais produtos e marcas bem como as perspectivas futuras.

3. Caracterização do Grupo CIN
(Fonte: Site da empresa e entrevista)
3.1. História do Grupo
Início
A primeira fábrica de tintas e vernizes associada à marca CIN data de 1917, integrada num conjunto de três unidades fabris que compunham a Companhia Industrial do Norte, SARL, e que produziam, entre outros produtos, óleos,sabões, velas, tintas e vernizes. Em 1926 foi constituída no Porto, uma nova sociedade, com a designação de Corporação Industrial do Norte, Lda.

Nesta altura as segmentações de mercado eram inexistentes e só começariam a aparecer com o fim da 2ª Guerra Mundial e com o aparecimento das multinacionais do sector.

Tal como a maioria das indústrias desse tempo, dada a falta de indústriasfabricantes de componentes e do sector químico secundário e terciário, a empresa era quase totalmente auto-suficiente na sua operação, comprando matérias-primas de base e fabricando as suas próprias resinas, embalagens e pigmentos, produtos que, principalmente a partir dos anos 60, passaram a ser fornecidos por empresas especializadas.

1950
Em 1950, entra na empresa o Eng. António Serrenho, com umanova visão, a qual contemplava entre outras coisas a introdução das ordens de fabrico e cria o hábito de fazer amostras para testar no cliente. Aposta também no mercado industrial, pois a tecnologia e o mercado permitiam a produção de cores para "stock" e, consequentemente, produzir "batchs" maiores. A CIN usufruía duma boa imagem no mercado, alicerçada na boa qualidade de produtos como ossecantes e vernizes.

A empresa passa a ter um comportamento proactivo, contactando grandes clientes, concorrendo com outros fabricantes (alguns beneficiando da associação a países tecnologicamente mais avançados) e acreditou-se no exterior. No fim dos anos 50, a CIN assume a liderança, se não em volume de vendas, pelo menos em inovação e reputação no segmento de mercado industrial, até então dominadopelas multinacionais Valentine (França) e Robbialac (Grupo Berger UK).

A perspectiva de gestão a longo-prazo e de assegurar a continuidade da empresa é sintetizada na expressão de que "os lucros eram para reinvestir".

1963 -1966: Expansão fabril.

Em 1963, o crescimento da empresa traduzia-se num efectivo de 50 trabalhadores e numa facturação anual de 6.000 contos (30.000€). Foi tomada...
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