Cidadania, democracia, estado para hobbes e estado de natureza pensando na anarquia internacional

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1260 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 2 de setembro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
Universidade Estadual da Paraíba – Campus V
Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas
Departamento de Relações Internacionais
Curso Relações Internacionais
Profº Carlos Henrique
Introdução a Ciência Política

David aykaw t. dias


I. Defina o conceito de “cidadania” para Aristóteles. Comente a atualidade ou não deste conceito na contemporaneidade.

II. O que édemocracia? Qual sua diferença em relação à monarquia, aristocracia e tirania.

III. Qual a finalidade do Estado para Hobbes?

IV. O que é o “estado de natureza” Hobbesiano? Como pensar a anarquia Internacional?

I.
A sociedade que se formou da reunião de várias aldeias constitui-se a Cidade, que tem a faculdade de se bastar a si mesma, sendo organizada não apenas para conservar aexistência, mas também para buscar o bem-estar. (Aristóteles. 2000. A Política. São Paulo, p.5.)
Começo com as palavras de Aristóteles comentando sobre a Cidade, que se formou do agrupamento de várias aldeias que veio seguindo da família. Se Cidade é o agrupamento e/ou reunião de aldeias o que é “Cidadania”, o que é ser “Cidadão”?
“o habitante de um estado livre, com direitos civis e políticos”.(FERNANDES, Márcio. 2008. Civic Journalism: haverá um modelo brasileiro? Guarapuava, p. 42)
“(...) logo que um homem seja considerado apto para participar nas magistraturas deliberativas ou judiciais pode ser considerado um cidadão daquele Estado e sempre que haja um número de tais pessoas, suficientemente grande para assegurar a auto-suficiência política, temos um Estado.” (Aristotle. 1981. Politics.(Introdução, tradução e notas de T. A. Sinclair). Londres: Penguin Classics, III, 1275b13)

Hoje o conceito de cidadão difere do conceito Aristotélico. Sabemos o que é cidadão e qual seu papel em meio a polis; dentro da visão de Aristóteles o cidadão governa de forma direta como membro de uma assembleia/magistratura, mas na modernidade o cidadão possui em si um poder meramente representativo,onde este escolhe seus governantes e apenas cobra, ou deve cobrar, o cumprimento das leis e propostas e oferecidas por tais.

A forma de adquirir-se a cidadania mostrada por Aristóteles baseia-se em laços de sangue, ou seja, o homem é cidadão a partir do nascimento; e por receber o título de cidadão após prestar serviços ao Estado. Na modernidade ninguém nasce cidadão, a cidadania faz parte de umprocesso/aprendizado do homem referente aos seus direitos e deveres, aprendizado este feito nas instituições educação e pela sociedade.

II.
(...) a democracia é um regime em que o povo se governa a si mesmo, quer diretamente, quer por meio de funcionários eleitos por lei para administrar os negócios públicos e fazer as leis de acordo com a opinião geral, ou seja, um regime político, umaforma de vida social, um método de existência e cooperação entre indivíduos membros de uma organização estatal. [1]
Falando sobre a “teoria das formas de governo” começo um conceito de democracia o qual é usado no nosso Estado atualmente, pois o mesmo já passou pela Monarquia quando colonizado.
Entende-se comumente por Monarquia aquele sistema de dirigir a res pubblica que se centralizaestavelmente numa só pessoa investida de poderes especialíssimos, exatamente monárquicos, que a colocam claramente acima de todo o conjunto dos governados. (BOBBIO, Norberto. 1998. Dicionário de política I. Brasília, p. 776.)
Na monarquia o poder é centralizado em uma pessoa podendo passar para seu filho (a), dentro da monarquia surge um grupo que recebe vários privilégios tanto econômicos quantosócio-políticos, os Aristocratas ou a Aristocracia.
Aristokratia, literalmente "Governo dos melhores", é uma das três formas clássicas de Governo e precisamente aquela em que o poder (krátos = domínio, comando) está nas mãos dos áristoi, os melhores, que não eqüivalem, necessariamente, à casta dos nobres, mesmo se, normalmente, os segundos são identificados com os primeiros. (BOBBIO, Norberto. 1998....
tracking img