Cambio dos paises do leste europeu

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Teoria e Prática Cambial

Professora: Zilda Mendes



Nomes: Anderson Nakaoshi – Tia: 4100819-7

Ana Carolina Chuck – Tia: 4102113 -4

Fernanda Lopes – Tia: 4095080-8

Gabriela Martins – Tia: 41018346

Gustavo Sato – Tia: 4100197-4

Joel Neto – Tia:

Lucas Brito – Tia:

Marcela Tombolato – Tia: 4101368-9

Mylena Cuenca – Tia: 31076912





2012

Teoria e PráticaCambial



Conteúdo



Conteúdo 2

1. Croácia 3

2. Hungria 5

3. Polônia 6

4. Eslováquia 8

5. Estônia 9

6. Referências: 10





Croácia

A Croácia utiliza o regime cambial de flutuação gerida, onde a taxa de câmbio da moeda nacional não é fixo contra outra moeda estrangeira ou cesta de moedas, mas é livremente determinado pelo mercado de câmbio. A taxa de câmbio, assim, flutua dependendo da fonte de divisas e da procura no mercado de câmbio. No entanto, o Banco Nacional croata evita flutuações excessivas da taxa de câmbio, por intervenções ocasionais de mercado em uma tentativa de manter uma relativa estabilidade da taxa de câmbio.
A CNB define o valor do cambio em face de outras moedas a cada dia de trabalho, com base no volumede negócios estipulado e as taxas de câmbio de moeda estrangeira no mercado cambial. Este valor é publicado na lista de taxa de câmbio CNB. A moeda básica usada para a elaboração da lista CNB taxa de câmbio é o euro. 
O principal instrumento de política cambial da CNB da Croácia são leilões de divisas por meio do qual compras de bancos centrais ou vende moeda estrangeira aos bancoscomerciais. O tipo mais comum destes leilões são os leilões em que os bancos comerciais indicam em suas propostas para o CNB os valores desejados (em euros) e o preço (taxa de câmbio) das operações cambiais. Com base nas propostas recebidas, o Banco Central adota uma decisão sobre o montante da intervenção e da taxa de câmbio.
A CNB participa de operações no mercado cambial, a fim de evitarflutuações excessivas das taxas em ambos os sentidos. A CNB, assim, vende moeda estrangeira nos períodos de depreciação, em contraste, compra CNB câmbio nos períodos de apreciação, colocando, portanto, mais em circulação como resultado antes que o valor diminua.
As intervenções estrangeiras do banco central câmbio respondem por uma parcela muito pequena do total de compras e vendas no mercado decâmbio.
A CNB mantém a estabilidade da taxa de câmbio, a fim de cumprir o seu objetivo primordial de manutenção da estabilidade de preços. Mais especificamente, em economias altamente baseadas no euro, como a Croácia, os preços são muito sensíveis às flutuações cambiais. Os movimentos da taxa de câmbio também influenciam as expectativas inflacionárias domésticas, que são pronunciadas emparticular, como resultado da experiência anterior da Croácia com inflação alta.

Hungria

Na Hungria o governo e o Banco Central determinam os parâmetros para o regime cambial, sendo assim por eles controlado.
Atualmente a Hungria adota um regime de bandas cambiais, a qual é atrelada ao euro. A taxa cambial pode sofrer variação na sua paridade de +/-15%(câmbio flutuante). As extremidades deflutuação da taxa são definidas por 317.5 forint/euro e 234.7 forint/euro.
O mercado determina o movimento de flutuação da moeda entre as bandas cambiais e o Banco Nacional da Hungria tem autorização para fazer qualquer intervenção, no entanto, o Banco não tem efetuado intervenção desde maio de 2001, quando houve a adoção do novo regime de Governo. Se a taxa cambial ultrapassar suas extremidadesde flutuação, o Banco Central manterá a taxa dentro da paridade com a intervenção de capitais externos.
O Nacional (NBH) pode comprar ou vender Euros para prevenir a depreciação ou valorização do Forint. O valor mínimo para a intervenção no mercado é de 4 milhões de Euros. O atual regime cambial da Hungria, considerando suas principais características, é compatível com o ERM II, regime, ao...
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