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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVICO SOCIAL

MARIA MARLI SANTANA DE SOUZA ASSIS



RESUMO DA AULA 1 DE PLANEJAMENTO SOCIAL
A RACIONALIDADE DO PLANEJAMENTO


Cidade:Rio Branco-ac
27-09-2012




A RACIONALIDADE DO PLANEJAMENTO
Planejaré buscar alcançar objetivos. O planejamento faz parte da vida das pessoas. Para Marx "o ato de planejar é inerente ao ser humano". Como humanos dotados da consciência antes de executar qualquer ato, ele já foi planejado mentalmente.
Assim, dentro do planejamento é importante a estratégia para alcançar os objetivos. Podemos entender que estratégia é, basicamente, uma maneira de construirviabilidade para um plano, elaborado visando a alcançar determinados objetivos.
A estratégia tem como principal característica a mudança num processo dinâmico e ajustável quando em sua implementação são detectados pontos que precisam ser repensados e estabelecem - se novas ações que deverão ser realizadas para que estes ajustes aconteçam e tornem possível a concretização.
O planejamento social surgeentão, visando superar a maneira como era trabalhada a implementação no planejamento estratégico de forma dissociada da natureza do planejamento como um processo. A utilização do planejamento apenas por alguns profissionais excluía outros profissionais de sua implementação.
O planejamento social busca a participação dos vários níveis de profissionais existentes, ou ainda da própria sociedade,compartilhando diferentes saberes (interdisciplinaridade) e diferentes ações (intersetorialidade).
Fontes (2001) indica que a lógica do planejamento estratégico foi adotada pela área social, desde o momento em que se viu a necessidade de demonstrar claramente os benefícios que seriam gerados pela intervenção para toda a sociedade. Para isso, afirma, são necessárias metodologias e tecnologias sociaisinovadoras que possam melhorar a efetividade dessas intervenções, diminuindo seus custos e, consequentemente, o preço a ser pago, por toda a sociedade.
Até a década passada, no Brasil as intervenções sociais efetivas, praticamente não existiam por causa da monopolização e centralização por parte do estado no processo de planejamento, se é que havia; e de implementação de políticas públicas e sociais.Segundo Ferrarezzi (1997), com o surgimento de novos atores sociais que reforçam e complementam o papel do Estado na formulação e implementação das políticas públicas, a situação está sendo revertida. Assim, constata-se que toda política publica possui um elemento político que lhe é inerente, mas também outro técnico.
Segundo Lozano e Martin (apud Baptista) é difícil estabelecer uma relaçãoentre o técnico e político no processo de planejamento, pois as tomadas de decisões que geralmente depende do sentido político é encaminhado aos centros de decisões.
Para Baptista (2007) o planejamento social é revestido com uma dimensão política, pois este tem em seu cerne o processo contínuo de tomada de decisões, que são geralmente inscritas em relações de poder, que vai caracterizar oenvolvimento de uma função política.
Ao se tratar de planejamento, a ênfase era dada aos aspectos técnico-operativos, desconhecendo, no seu processamento, as tensões e pressões embutidas nas relações dos diferentes sujeitos políticosem presença. Hoje, tem - se a certeza de que, para que o planejado se efetive na direção desejada, é fundamental que, além do conteúdo tradicional e de leitura da realidade parao planejamento da ação, sejam aliados à apreensão das condições subjetivas do ambiente em que ela ocorre: o jogo de vontades políticas dos diferentes grupos envolvidos, a correlação de forças, a articulação desses grupos, as alianças ou as incompatibilidades existentes entre os diversos segmentos (BAPTISTA, 2007, p.18).
A leitura da realidade, a percepção das dificuldades e também das...
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