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07 de dezembro de 2011

Censos 2011

Momento Censitário – 21 de março 2011
Censos 2011 - Resultados Provisórios
Somos mais e continuamos um país de imigração Estamos mais velhos e temos um nível de escolaridade mais elevado Vivemos em famílias de menor dimensão Existem cada vez mais alojamentos para utilização secundária e vagos Os alojamentos onde habitamos possuem, quase todos, asinfraestruturas básicas

O INE divulga os Resultados Provisórios dos Censos 2011. É, assim, disponibilizada mais informação censitária no domínio da população e da habitação. Na publicação Censos

2011 – Resultados Provisórios, o Portugal de hoje é retratado à luz de novos resultados dos Censos 2011,
através de uma análise apoiada em gráficos e cartogramas, que sintetiza as principais alteraçõesocorridas na última década. São ainda apresentados os primeiros indicadores provisórios do inquérito de qualidade dos Censos 2011.

1.

PRINCIPAIS TENDÊNCIAS EVIDENCIADAS PELOS RESULTADOS PROVISÓRIOS DOS CENSOS 2011
População e Família

Os resultados provisórios dos Censos 2011, referenciados ao dia 21 de Março de 2011 (momento censitário), indicam que a população residente em Portugal cresceucerca de 2%, fixando-se em 10 561 614. Em termos regionais, o Alentejo volta a perder população na última década (-2,5%) e a região Centro regista igualmente uma ligeira redução (-1%). O Algarve e a Região Autónoma da Madeira registam acréscimos de população bastante expressivos, face a 2001, respetivamente +14,1% e +9,3%. Na região Norte a população estabilizou e a Região Autónoma dos Açoresapresenta um ligeiro acréscimo de 2%. O país acentuou o padrão de litoralização da década anterior e reforçou o movimento de concentração da população junto das grandes áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. A maior parte dos municípios do interior perdeu população. Em 2011, são 198 os municípios que registam decréscimos populacionais face a 171 municípios em 2001. O fenómeno do duplo envelhecimentoda população, caracterizado pelo aumento da população idosa e pela redução da população jovem, agravou-se na última década. Os resultados dos Censos 2011 indicam que 15% da população residente em Portugal se encontra no grupo etário mais jovem (0-14 anos) e cerca de 19% pertence ao grupo dos mais idosos, com 65 ou mais anos de idade. O índice de envelhecimento da população é de 129, o quesignifica que
Censos 2011 – Resultados Provisórios
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por cada por cada 100 jovens há hoje 129 idosos. Em 2001 este índice era de 102. As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira apresentam os índices de envelhecimento mais baixos do país, respetivamente, 74 e 91. Em contrapartida, as regiões do Alentejo e Centro são as que apresentam os valores mais elevados, respetivamente 179 e 164. Na últimadécada, verificou-se igualmente o agravamento do índice de dependência total que passou de 48 para 52. Em 2011 este índice é de 52, o que significa que, por cada 100 pessoas em idade ativa existem 52 dependentes. O agravamento do índice de dependência total é resultado do aumento do índice de dependência de idosos, que subiu de 24 em 2001 para 29 em 2011. O índice de dependência de jovens teve, nomesmo período, um comportamento contrário, assinalando uma diminuição de 24 para 23. Em 2011, o maior grupo da população (47%) é constituído por indivíduos casados. O grupo dos indivíduos solteiros representa 40% e as restantes categorias do estado civil, divorciado e viúvo, aparecem com muito menor expressão, respetivamente 6% e 7%. O estado civil de casado predomina tanto no grupo dos homenscomo no das mulheres e o grupo dos solteiros é o segundo mais importante estado civil também em ambos os sexos. A população divorciada concentra-se sobretudo no Sul do país e nos municípios do litoral. A Região Norte tem a menor percentagem de população divorciada, apenas 4,5%. Lisboa e Algarve apresentam as taxas mais elevadas, respetivamente 7,5% e 7,2%. As Regiões Centro e Alentejo, bem como as...
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