ARTIGO DE NONOTECNOLOGIA

1960 palavras 8 páginas
SUMARIO os protetores sola res foram formulados inicialmente para prevenir queimaduras solares, os estudos posteriores sobre os efeitos nocivos da radiação solar na pele demonstrou que os filtros solares poderiam atuar como preventivos ou mesmo coadjuvantes em tratamentos das dermatoses causadas ou agravadas pelo sol.

Os fotoprotetores modernos associam diferentes filtros orgânicos com inorgânicos e disponíveis em variados veículos, como emulsões, géis. As associações com ativos antioxidantes e protetores contra o fotodano vêm sendo estudadas com resultados positivos.

A eficácia protetora destas formulações é medida atualmente pela capacidade de prevenir o eritema solar entretanto, muitos estudos apontam outros fenômenos importantes, como o dano causado pela radiação ultravioleta A, demonstrando-se a necessidade de se obter métodos reprodutíveis para avaliar a proteção contra o câncer de pele.
Introdução
As primeiras formulações de protetores solares datam de 1928, e tinham como intuito a proteção contra as queimaduras solares.

Embora desde a década de 30, a correlação entre a exposição solar e danos progressivos a pele já fosse conhecida, os protetores solares eram utilizados para estender o tempo de exposição, já que protegiam a pele do desconforto da queimadura, além de promoverem bronzeamento.

Após os estudos correlacionando fenômenos ligados ao envelhecimento com a exposição ao ultravioleta, que ocorreram muito mais tarde, na década de 60, o interesse nos efeitos protetores dos filtros solares cresceu muito. A popularização de seu uso se expandiu a partir da década de 70, com a produção de filtros em escala para comercialização em 1978 se estabelece uma medida para seu grau de proteção: é o fator de proteção solar (FPS).
Desde então, vários estudos vem sendo realizados com o intuito de entender os mecanismos de interação da radiação solar com a pele, assim como o papel dos protetores solares na prevenção e mesmo tratamento do chamado

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