Art. cp para vunesp 2012

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PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
01 02 03 04 05

RESPOSTAS
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80

ConCurso PúbliCo 1. Prova objetiva EsCrEvEntE téCniCo JudiCiário

06 07 08 09 10 11 12 13

  oCê rECEbEu sua folha dE rEsPostas E EstE CadErno ContEndo v  

80

quEstõEsobJEtivas.

14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29

  rEEnCha Com sEu nomE E númEro dE insCrição os EsPaços rEsErvados na CaPa dEstE CadErno. P     Eia CuidadosamEntE as quEstõEs E EsColha a rEsPosta quE voCê ConsidEra CorrEta. l     EsPonda a todas as quEstõEs. r     arquE, na tira, a lEtra CorrEsPondEntE à altErnativa quE voCê EsColhEu. m     ransCrEva Para a folha dE rEsPostas, ComCanEta dE tinta azul ou PrEta, todas as rEst  
Postas anotadas na tira dEsta CaPa.

  duração da Prova é dE a  

4

horas.

  saída do Candidato da sala sErá PErmitida aPós transCorridas 2 horas do iníCio da Prova. a     o sair, voCê EntrEgará ao fisCal a folha dE rEsPostas E EstE CadErno, PodEndo dEstaCar a  
a tira Para futura ConfErênCia Com o gabarito a sEr divulgado.

aguardE

aordEm do fisCal Para abrir EstE CadErno dE quEstõEs.

30 31 32

Nome do candidato

N.º de inscrição

33 34 35 36 37 38 39

27.02.2011

40

TJSP1006/01-EscrTécJudiciário-V1

2

Língua Portuguesa Leia o texto para responder às questões de números 01 a 16. WikiLeaks contra o Império A diplomacia americana levará tempo para se recuperar da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indicaque 250 mil documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas, das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas. A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas camadas mais secretas da máquina, masproduziu aquilo que o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos escandalosos. A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando US$ 52 milhões nabagagem. A falta de modos dos homens da Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora americana. O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma“voluptuosa” ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O de Jobim era nãocontar. A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de 10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk. Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagartodos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos 70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque, matou-se em 1954. Mesmo condenado...
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