Arquiteto urbanista

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS – UFG

FACULDADE DE ARTES VISUAIS - FAV

PROGRAMA DE MESTRADO PROJETO E CIDADE TURMA 2013

PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO:

PROCESSOS E TECNOLOGIAS DE PROJETO E PLANEJAMENTO

PLANO DIRETOR:
MUDANÇAS NA PAISAGEM URBANA E ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

CANDIDATO:

ÁLVARO FERNANDES DE OLIVEIRA

GOIÂNIA, JUNHO DE 2013.

ÍNDICE

I | INTRODUÇÃO | 3 || | |
II | JUSTIFICATIVA | 6 |
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III | REFERENCIAL TEÓRICO | 9 |
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IV | OBJETIVOS | 11 |
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V | METODOLOGIA | 12 |
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VI | CRONOGRAMA | 13 |
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VII | REFERÊNCIAS | 14 |
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I – INTRODUÇÃO

PLANO DIRETOR:
MUDANÇAS NA PAISAGEM URBANA E ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

Aocupação do espaço urbano onde hoje se localiza a cidade de Goiânia e seu aglomerado urbano representou um impacto sem precedentes desde o seu início, quando seus planejadores imaginaram uma cidade para 50.000 habitantes e que hoje com 1.333.767  de habitantes, sem se considerar o aglomerado urbano do seu entorno e a conurbação com o Município de Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade, tendona região metropolitana 2 206 134 habitantes, o que a torna a décima região metropolitana mais populosa do país (IBGE, 2010). Isso constituiu também um verdadeiro processo de transformação da paisagem do cerrado, onde todo um processo de planejamento contínuo ou não e a consequente apropriação do espaço, seja do ponto de vista do crescimento populacional, seja do ponto de vistaeconômico-especulativo trouxe problemas de vários níveis, do social ao ambiental, do legal ao político-econômico, o que, em linhas sintéticas, afetam a qualidade de vida e suscitam questionamentos sobre qual a natureza desses impactos e o contexto da apropriação do espaço urbano, os processos e tenologia de projeto e planejamento na atualidade e suas possíveis soluções.

A estrutura da rede urbana nacional eregional, definida a partir da concentração dos recursos econômicos e do desenvolvimento tecnológico nas grandes cidades e metrópoles tem implicação na posição de uma determinada cidade e sua importância face ao conjunto de cidades do país, do estado e da micro-região e está em correspondência direta com o porte do município. Mais precisamente em termos de quantidade de população que abriga, aatividade econômica que nela se opera e sua configuração geográfica e espacial em relação a este conjunto, adquirindo uma expressão territorial.

Cabe destacar a colocação de SANTOS (1993:173), nesse sentido:

(...) “Vivemos já um novo patamar de integração territorial brasileira com uma nova qualidade do sistema urbano, não apenas por causa da maior densidade da configuração territorial mas tambémpor causa de sua maior espessura. A espessura do sistema espacial. Essa espessura lhe é dada, exatamente, pelo uso da ciência, da tecnologia e da informação e cria as condições para a maior divisão do trabalho, mais solidariedade e maior peso dos fatores organizacionais, levando a maior rapidez e maior vigor, ou mesmo brutalidade, nas mudanças de hierarquia”.

E ainda:

(...) “Os processosvigentes permitem-nos imaginar que as cidades pequenas tendem a persistir no Brasil dos próximos anos, apesar da densificação da rede de transportes e isso porque, entre outras razões, o espectro de consumo ainda está longe de ser completado no Brasil. O número de consumidores é ainda pequeno, ao passo que aumenta sem cessar o número de objetos e serviços a consumir. Acrescente-se a isso o fato deque o consumo produtivo da agricultura moderna amplia na cidade próxima a exigência de uma presença local de informação e trabalho intelectual. E leve-se também, em conta a nova força atribuída aos municípios com a redistribuição fiscal estabelecida pela constituição de outubro de 1988”.

No período histórico em que vivemos, as cidades contextualizam uma busca de maior qualidade de vida e de...
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