A Republica de Platão - Livro 1

Páginas: 28 (6963 palavras) Publicado: 22 de abril de 2014
Platão – A República – Parte I
Coleção Grandes Obras do Pensamento Universal – 4
Editora Escala
Tradução Ciro Mioranza
- Número de páginas: 191
- Dividido em 5 livros - Livro I – 24 capítulos
- Livro II – 21 capítulos
- Livro III – 22 capítulos
- Livro IV – 19capítulos
- Livro V – 22 capítulos
O Debate é dividido em sete personagens: Sócrates, Glauco, Polemarco, Trasímaco, Adimanto, Céfalo.
Livro I
(I, II e III)
O livro começa com um debate, entre os personagens Sócrates, Glauco, Polemarco, Tasímaco, Adimanto e Céfalo, eles intervêm para facilitar os debates sobre as questões propostas por Platão. Desde adiscussão parte de Céfalo que critica, que nesses encontros, a maioria deles se lamentam, recordando com saudades dos prazeres da juventude, relembrando as aventuras amorosas, a boa bebida, os banquetes e outras coisas desse tipo. Eles se afligem como se tivessem perdido todas as grandes alegrias e confessam que viviam bem, mas que esta de agora não merece ser chamada de vida. Céfalo que já era deidade bem avançada, afirma que a velhice traz consigo uma grande paz e o homem se liberta dessas coisas, quando os desejos não são mais tão violentos e as rédeas se afrouxam, então é sim que, na verdade o homem se torna livre de muitos patrões furiosos. Ao contrário de Sócrates, para pessoas desse tipo não parece desagradável não somente a velhice, mas também a própria juventude.
(IV, V)Sócrates critica ao dizer que talvez, acreditem que Céfalo suporta facilmente a velhice porque é rico, porque os ricos dispõem de muitas coisas para se consolar. Céfalo retruca concordando que, não deixam de ter razão, pois fama não era mérito dele, mas de sua cidade e continua dizendo que nem um homem equilibrado, sendo pobre, suportaria com grande facilidade a velhice, mas um homem desequilibrado nuncaestaria em paz consigo mesmo, nem mesmo se fosse rico. Sócrates usa de argumentos propícios como dizer que o homem ama seus bens conquistados, da mesma forma que ama seus poemas escritos. Céfalo de imediata retoma que na velhice fica-se apreensivo e começa a repassar continuamente os erros cometidos, quem descobre muitos erros na própria existência, desperta com frequência dos próprios sonhos,como as crianças, sobressaltado, e vive acabrunhado por maus pressentimentos. Sócrates chega em acordo com Céfalo, mas com um argumento de definir a essência das vantagens, concluindo que não se pode definir justiça pelo fato de ser sincero.
(VI, VII e VIII)
O debate agora parte de Sócrates e Polemarco, que discutem sobre o que é ser justo. Chegando a conclusão de que ser justo é restituir a cadaum o que é seu. Sócrates então pergunta se aos próprios inimigos se devem devolver o que a eles se deve? Polemarco então diz que com toda a certeza. É necessário restituir o que a eles se deve. E um inimigo deve ao inimigo o que lhe toca, isto é, o dano; está é a relação entre eles. Nesses capítulos os dois chegam à conclusão de que sem duvida alguma a justiça não é útil somente em conflitos, mastambém em momentos de paz e, quando se tiver uma harpa, e um rapaz que sabe tocar e um justo, o que vale mais é o rapaz que sabe tocar. Polemarco diz que isso acontece em termos de dinheiro. Sócrates então chega a conclusão de que da mesma forma que um homem muito hábil em atacar, é também em defender-se, portanto se o homem justo é capaz de manter sob guarda o dinheiro, é portanto também capazde roubá-lo. Polemarco então concretiza ao dizer que é natural amar aqueles que se supõe honestos e odiar aqueles que suspostamente são maus. Sócrates compreende então que pode acontecer, que muita gente, errando na avaliação dos outros, achará justo fazer o mal aos amigos por julgar que sejam maus, mas favorecerá os inimigos, pensando que sejam bons.
(IX)
No decorrer do diálogo entre Sócrates...
Ler documento completo

Por favor, assinar para o acesso.

Estes textos também podem ser interessantes

  • A república
  • resumo livro 1 da republica de Platão
  • Tese defendida no livro 1 república platao
  • A Republica de Platão
  • Livro X
  • republica de platao
  • resenha do livro a republica de platão
  • Resumo do Livro "A república" de Platão

Seja um membro do Trabalhos Feitos

CADASTRE-SE AGORA!