Resumo de A lei. O juiz. O justo

1725 palavras 7 páginas
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI- URCA

CURSO/SEMESTRE: DIREITO/1º SEMESTRE
DÍSCIPLINA: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTIFICO
PROFESSOR(A): GABRIELA
ALUNO: JOÃO ISMAEL DE OLIVEIRA SILVA

A LEI. O JUIZ. O JUSTO

DEZEMBRO DE 2013, IGUATU-CE
INTRODUÇÃO

No trabalho produzido por Amílton Bueno de Carvalho, “A lei. O juiz. O justo”, a partir de suas observações como juiz, é feito um esclarecimento de vários problemas que ocorrem na magistratura, nas leis e na própria estrutura jurídica vigente no país, tentando buscar também algo que se reflita no ideal de justiça, sendo este o grande objetivo do direito.
Este trabalho terá como objetivo identificar as principais idéias expressas pelo autor, não só descrevendo-as, mas também as analisando de forma crítica e concreta.

A LEI. O JUIZ. O JUSTO

Segundo Amílton Bueno de Carvalho não basta conhecer as leis para determinar uma sentença, é necessário também que o juiz consiga discernir entre o justo e o injusto. Assim, pois, a justiça não está obrigatoriamente inserida num papel, muito pelo contrário, a justiça vai além da lei, já que esta é por diversas vezes injustiça.
Se fizermos uma análise consistente das leis veremos que estas são feitas por e para a classe dominante, sendo elas um mecanismo de manutenção deste pequeno grupo no poder. O que se ver na sociedade capitalista é que as leis são feitas para atender os interesses daqueles que detém o capital, sendo o Estado, construtor das leis, uma máquina de repressão que permite às classes dominantes assegurar a sua dominação sobre as classes operárias.
Tendo o estado unicamente a função de garantir o poder à classe dominante, como afirma a teoria marxista, a lei acaba se tornando um objeto de opressão e não de manutenção da ordem. Diversos autores afirmam que o ordenamento jurídico objetiva apenas fins econômicos de interesses elitistas.
É de caráter histórico este descaso com as leis, desde a

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