Psicologia jurídica

Páginas: 7 (1508 palavras) Publicado: 14 de abril de 2013
Texto 1:

Resumo sobre o tema: Violência Intrafamiliar.

O tema violência amplamente espalhado e conhecido é sempre importante salientar apenas que, quando se fala em violência, não se trata apenas do abuso físico, as formas de abuso definidas pela literatura incluem, além deste, o abuso sexual, o psicológico ou emocional e a negligência. A violência intrafamiliar pode abranger todas asmodalidades de abuso citadas anteriormente. Desta forma, Tais Burin, afirma que quando se fala deste tipo de violência, deve-se considerar qualquer relação de abuso estabelecida no âmbito privado da família, envolvendo toda ação ou omissão capaz de prejudicar a saúde, o bem estar e o desenvolvimento de um ou mais membros da família. A violência quando dentro da família, sempre mantém relações de poderque podem ser praticadas por alguém que exerça uma função relativamente aos pais ou mesmo que não tenha consanguinidade em relação ao sujeito subjugado, mas que tenha algum vinculo afetivo com ele. Neste ponto diferencia-se a violência intrafamiliar da violência doméstica, pois a última pode incluir outros indivíduos que sejam relativamente no espaço doméstico estrito, sem laços afetivosafirmados, contudo, abrangendo todos os tipos de violência especificados.
Segundo Taís Burin, foi só em 1980 que o psicólogo começo a atuar na área judicial e apenas em 195 teve cargo consolidado dentro do sistema judiciário, no intuito de contribuir com a eficiência jurídica. Tratando-se de casos de violência dentro da família, a Psicologia atua juntamente ao Direito Civil, mas especificamente, aoDireito da Família. Assim sobre o atendimento às famílias, argumentar que a tarefa do profissional da Psicologia consiste em compreender a comunicação estabelecida na dinâmica familiar ocultada. Tendo em vista que crianças e adolescentes são as maiores vitimas de abusos dentro do núcleo familiar, a mesma autora ainda assinala que o afastamento destes das suas respectivas famílias deve representar aúltima alternativa, por menos sadia que a família seja, é com ela que a criança ou o adolescente se sentem identificados e portanto, o distanciamento não traria muitos benefícios.
Considerando que isso ocorre porque a Justiça ainda se basta pelo modelo retributivo. Mas, não basta punir o agressor, o psicólogo deve auxiliar a família em seu processo de recomposição o que inclui a reabilitação do autordos abusos. Contudo, ele não faz isso sozinho, necessita do apoio do serviço social e do jurídico. Outro aspecto falho mencionado, é que a maioria dos casos prioriza a constatação da violência e a preservação da vítima, esquecendo que ela advém de um grupo onde existe uma problemática compartilhada que revela transtornos e procria modos relacionais que ultrapassam gerações através da violência.Isto reflete a pouca importância da Lei sobre a qualidade da vida familiar e de cada um dos seus integrantes.
Em concordância aos apontamentos de Taís Burin, deve-se dizer que, apesar de o psicológico ter conhecimento do que deve fazer para priorizar a proteção da família, existe muita dificuldade diante da sua atuação, pois as perícias e os laudos psicológicos que realiza não tratam damaterialidade dos casos, como as agressões físicas, mas de agressões não menos doloridas e que podem jamais cicatrizar. Contudo, elas tendem a ter o desprezo pela imaterialidade, dos fatos o que acaba por conspirar novos abusos dentro do meio familiar.

Texto 2:

Analise Crítica sobre o filme: Precisamos falar sobre o Kevin

O filme nos apresenta logo a Eva, a mãe do garoto ao qual o título se refere.Seus 110 minutos do filme transcorrem através da perspectiva dessa mãe diante dos acontecimentos que mudam o rumo de sua vida e de sua família. O mesmo nos mostra o que um bebê pode se transformar sem haver relação de amor com a mãe. Eva não queria ser mãe, mas cede ao desejo de Franklin, seu marido. Nasce então Kevin e junto com ele a relação extremamente conturbada que marcaria toda a...
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