Participação Indigena na Formação do Estado Argentino

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INTERPRETAÇÕES DA PARTICIPAÇÃO INDÍGENA NA FORMAÇÃO DO ESTADO ARGENTINO

Corrente Liberal - Deu valor apenas aos feitos de herois, criação de mitos e etc, deixando de lado as populaçoes subalternas.
Corrente Marxista - Independencia como projeto da elite e exclusão das classes subalternas.

No entanto as duas correntes concordam quanto a invisibilidade dos índios no pós independencia da Argentina. As razões seriam:
- Pequena população Indigena que habitava o Vice Reinado da Prata
- Existencia de fronteiras entre os territórios ocupados por brancos e indios que mantinham suas organizaçoes sociais

Ambas as correntes descrevem a Argentina como um espaço vazio de populaçoes nativas e com terras novas do ponto de vista da exploração economica.

RESUMO DOS ANOS 10 aos anos 30

Na primeira metade do século XIX prevaleceu a aproximação com os indígenas na Argentina.
Nos anos 10 e 20:
- Amizades entre os índios e brancos e relação de dependência comercial ( índios vendiam gado, lã, couro e madeira e os brancos produtos agrícolas, armas e têxteis )
- Com a independência, fim dos tributos e da servidão indígena
- Tratado de Miraflores em 1820: limitava o avanço territorial dos brancos.
- Tribos amigas e inimigas começavam se identificar.

Em 1823 o Tratado de Miraflores é rompido, provocando um acirramento das relações.
Rosas é designado a uma expedição para demarcar território. Nessa expedição se alia a algumas tribos pampas e tehuelches.
Como um bom caudillo, Rosas buscava agradar tanto os indígenas como os pecuaristas que buscavam novas terras.

Anos 30

Campanha no Deserto ( 1833 )
Uma seca assolou Buenos Aires no fim da década de 20, e os pecuaristas anseavam por novas terras.
Rosas, que era comandante do exército, se lançou ao sul em uma empreitada por novas terras. Nesta campanha a resposta indígena foi mais conflituosa.
Para evitar os conflitos Rosas adotou a política do " Negócio pacífico ". Consistia em 3 etapas:
1-

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