Memorial

Páginas: 64 (15803 palavras) Publicado: 18 de setembro de 2014
FAIP-FAEF FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DO INTERIOR PAULISTA – FAIP










Caminhando alegremente junto com a Educação...







Marília/SP, 2014

FAIP-FAEFFACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DO INTERIOR PAULISTA – FAIP



Autor: Ana Maria da Costa Burger Farias.

Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da FAIP - Marília na disciplina de FundamentosEpistemológicos da Pedagogia I, sob orientação, da Profa. Dr.ª Angélica PallOriani.









Marília/SP, 2014

O MEU MEMORIAL
Começarei por onde meu memorial... Ah! No dia 9, o mês novembro, o ano 1965 às 7h25min...No antigo já não existente há muitos anos, Hospital Matarazzo em São Paulo·, chegava eu ao planeta pelas mãos de umaparteira que quase fura minha moleira com a pinça tentando furar a bolsa de minha mãe, mas a bolsa já havia rompido e nasci cheia de riscos na cabeça por conta desse ato e o nariz torto que aos poucos voltou ao seu devido lugar.Meu pai estava nervoso lá fora esperando notícias e chorou muito quando soube da minha chegada. Como sei de tudo isso? Os pais adoram contar e relembrar coisas, os meus entãoeram um poço de histórias de família e contavam vezes sem fim e eu sempre gostei muito de histórias principalmente as de vida e não posso contar a minha sem antes apresentar esse casal interessante e tão saudoso para mim que são o Sr.Federico (Sr.Fred chamado carinhosamente pelos meus amigos) e Dna Magdalena(chamada por todos Mada).
Começarei, então pelo Sr.Fred, que Nasceu num barco alemão emáguas Uruguaias em 1914. Com a guerra meu avô Adolfo Burger( que era alemão) mandou minha avó Cacilda Escobero grávida (que era espanhola) com uns amigos (que eram espanhóis) para o Uruguai(Talvez porque Hitler quisesse cortar-lhes as cabeças por não serem de raça pura...).Minha avó pariu o menino,não resistiu e partiu.Meu pai então foi criado pelo casal amigo os Martins que o criou como filho ederam toda educação. Eles eram bem de vida, pois, meu pai era um homem muito inteligente, cultíssimo, cursou alguns anos de medicina, mas, não concluiu. Era metido com política e não sei o que aconteceu direito com o partido dele, que ele teve que sair do Uruguai e veio com a roupa do corpo para o Brasil já com uma certa idade porque quando eu nasci ele tinha 50 anos.Meu pai estudou em colégios depadres jesuítas(curas,como eledizia) e a educação era rigorosa a escola na época era bem Idealistacomo no filme( a Sociedade dos poetas mortos),meu pai era meio surdode um ouvido devido um tapa que levou de um professor, o Empirismo passou longe por aquelas bandas e por outras também. Ele não gostava de padres, mas, achava que eles sabiam educar muito bem, pelo menos saiam da escola homens de bem.E com essa formação ele se tornou uma pessoa muito culta,conversava qualquer assunto,ouvia muita ópera,música clássica e do mais popular brasileiro, Martinho da Vila e tudo que era bom culturalmente ele apreciava e tentava passar para nós,acho que nem tentava já era tão natural que se passou naturalmente mesmo,sem nenhuma imposição,mas isso agente só percebe lá na frente no decorrer da nossavivencia.
A dona Madalena ou Mada para os íntimos, já não teve a mesma criação, nem as oportunidades que meu pai deve ter tido. Mas, ela as criou. Nascida numa família absolutamente matriarcal, pois não havia homens, só o pai da minha avó que era o único homem da família, mas, não decidia nada. Quem tomava conta da família era a avó delas(não lembro o nome pois,ela chamava de mãe e a mãe dela mesmominha avó, de mãe Benedita) que havia nascido na lei do ventre livre cujo o irmão não tivera a mesma sorte nasceu antes,porém escravo. A avó partindo, quem ficou a chefe foi à tia Albertina por ser a filha mais velha que cuidava da família.
Minha avó Benedita teve duas filhas minha mãe que era filha de um negro e minha tia (Cida) que era filha de um Português e nunca se casou com nenhum deles...
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