Cultura Religiosa

Páginas: 14 (3431 palavras) Publicado: 11 de abril de 2015
1.  Referência
Martin N. Dreher. A crise e a renovação da igreja no período da reforma, coleção histórica da igreja V. 3. São Leopoldo: Si nodal,1992.
2.  Dados do Autor
 Martin N.Dreher é natural de Montenegro/RS onde nasceu em 10 de novembro de 1945. Casado com Walli Dreher é pai de 03 filhos e entrementes, duas vezes avó.
Seus estudos teológicos foram feitos em são Leopoldo/RS e emMonique/Alemanha, onde se doutorou em teologia, com ênfase em história da igreja. Pastor e professor de História atuou em paróquias da IECLB e na escola superior de teologia, em São Leopoldo, atualmente é professor na universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS, atuando no curso de pós graduação em história, onde também dirige o núcleo de estudos Teuto- Brasileiros. É membro e consultor de diversascomissões científicas nacionais e internacionais.


3.Fichamento
Antecedentes da reforma religiosa no século XVI

“A Reforma não iniciou com a divulgação das 95 teses de Lutero em 31 de dezembro de 1517.” (pág. 14)
“Despertados sentimentos que provocaram e possibilitaram o conflito com a Igreja de então.” (pág.14)
Antecedentes da Reforma
“As origens da Reformaem um sentido bastante amplo devem ser procuradas no processo emancipatório do final da Idade Média e a Idade Moderna.” (pág.14)
“Em boa medida, a tensão existente entre Sacerdócio e Império caracteriza a unidade da Igreja no sistema de cristandade medieval.” (pág.14)
“A Idade Média é um período de sutil equilíbrio entre Sacerdócio e Império.” (pág.14)
“O papado buscou enfraquecer o poder doImpério.” (pág.14)
“Os papas chegaram até assumir o comando político do mundo ocidental.” (pág.14)
“Usando os mesmos argumentos dos papas, passou-se a exigir a autonomia do Estado em relação ao poder religioso.” (pág.14)
“Após o cisma (1378-1417;1449) e depois do Concílio de Basiléia, os papas tiveram que buscar reconhecimento junto aos príncipes, imperadores e reis, concedendo ao Estado grandespoderes sobre a Igreja.” (pág.15)
“Igrejas territoriais, isto é, de Igrejas dependentes do poder secular, que tanto podia ser representado pelo rei, príncipe como pelos conselhos municipais.” (pág.15)
“Na Idade Média, não raro a hierarquia eclesiástica e a nobreza souberam agir em conjunto, melhorando as condições de piedade e de vivência da fé.” (pág.15)
“Estavam de tal maneira interligados, que eraimpossível determinar onde começava um e onde terminava o outro.” (pág.15)
“Havia muitos bispos que não tinham qualquer interesse em questões espirituais e buscavam solidificar suas posições por meios políticos. (pág.15)
“Príncipes seculares buscavam fortalecer seu poder, assumindo o controle da Igreja.” (pág.15)
“O príncipe passou a controlar as ofertas do povo.” (pág.15)
“A pregação deindulgências só era permitida caso o príncipe tivesse parte nos lucros auferidos.” (pág.15)
“Por outro lado, à medida que buscava diminuir o poder do clero e introduzir um governo civil, a cidade não desistia de controlar a atividade eclesial.” (pág.15)
“Com todas essas funções é lógico que o clero tinha que ser o detentor do saber, indo muito além de suas prerrogativas teológicas.” (pág.15)
“Era necessárioque como pessoa adulta se ocupasse com as questões de fé e com as heranças culturais.” (pág.16)
“A partir daí devemos entender por que o humanismo, de raízes cristãs, assumiu caráter laico, preparando a Reforma com sua crítica à Igreja.” (pág.16)
“O conceito que mais caracteriza a Modernidade é ‘Liberdade’.” (pág.16)
“Houve nela a busca sincera por acomodação a nova situações e abertura para anecessidade do momento.” (pág.16)
“Os erros e as deformações na Igreja no final do século XV eram bastante similares aos de meados do século XIV.” (pág.16)
Raízes restritas
“As origens da Reforma e suas raízes mais restritas devem ser procuradas no papado renascentista.” (pág.16)
“Sem dúvida, os papas do Renascimento deram importante contribuição para o advento da...
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