CHEGAREMOS A EXHIBIR SERES H-URBANOS...?. O processo de deslocamento das intervenções urbanas e os subsistemas germinantes.

Páginas: 9 (2247 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014
CHEGAREMOS A EXHIBIR SERES H-URBANOS...?. O processo de deslocamento das intervenções urbanas e os subsistemas germinantes.

Carolina Dardi
Universidad Nacional de Rosario. UNR
Facultad de Arquitectura,
Planeamiento y Diseño.
arquiteta urbanista.

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RESUMEN
No Rio de Janeiro vem seobservando uma grande demanda do turismo “antropologico” ou “antropoturismo” em bastas areas da cidade, com enfase nas areas informais. A explosão de moradia informal e os consecuentes problemas em quanto a habitação devino em interveções por parte do estado nacional, estadual e municipal junto a empresas privadas sumada á inminete “pacificação“, fazendo de estas areas informais e formais, muitasformando parte do “combo“ pre-2014-16; objeto de procura por uma basta congregação de turismo internacional e cidadania em geral.

Palavras chave
Antropoturismo, etnografia, espaços de convivência.

INTRODUÇÃO

“…O cartel avisa que esta proibido tomarles fotografias. Objetos, salas, pessoas, nada pode ser fotografiado. A menina esta sentada no patio do museu, em Sucre. Dormita com a cabezaapoiada sobre seu telar. Metonimicamente, a menina representa uma “cultura sobrevivente”, uma “tradição” mas “genuina” y mas “pura” que fue “resgatada” dos embates da “civilização”, da “modernidade”, de “occidente”, por etnofagos, organismos estatales e promotores turisticos. Esta cultura sobrevivente difere da cultura de aqueles que tem sentado ai á menina: a cultura dos antropolgos que dirigem omuseu, a cultura dos visitantes que abonam seu ticket de ingresso para observar esas culturas sobreviventes. (Pissarro, Marcelo. Revista Ñ. Jornal Clarin. Argentina. 2012)

Desejo partir do decontento, do descontento das coisas que nos rodeam, cuando existen crisis de ideas, de sistemas, de poderes, de representação, neste estado de coisas, os valores tradicionais como o ordem, a estabilidade, aseguridade, a comodidade, a certeza e suas representações, quedam superadas por os acontecimentos, desejo partir de uma abstação sensivel por sobre uma abstração analitica.

Como cita Henri Lefevbre, a cidade historicamente formada não vive mais, nao e mais apreendida praticamente. Não e mas de que um objeto de consumo cultural para os turistas e para o esteticismo, avidos de espectaculo e depintoresco. Mismo para aqueles que procuram compreendê-la calorosamente, a cidade esta morta. No entento o “urbano” persiste, no estado de atualidade dispersa e alienada, de embrião, de virtualidade. (Lefevre, Henri. O Direito à Cidade. São Paulo: Centauro, 2001.)

Producto de este processo um não lugar se transforma em espaço publico, são espaços de acercamento e interação, gerando possibilidadede intercambio, um nexo intracultural, de encontrar caminhos de comunião, desde um espaço que vira mirante aberto ao turismo numa favela passando por uma area devenida em cultural no centro da cidade ou uma “cracolandia” na zona norte, estas se articulam como conexões antropologicas entre as diferentes urbes urbanas que componen a cidade.

Quando o urbanismo como entidade, interviene estesespaços, primero espontaneos, depois formais, alguns adquierem uma impronta, uma esteleradidade propria, mas, em alguns casos alheia a seus moradores, este espaço começa a se trasnformar, se urbanizar, onde confluim difererentes linguas, idiosincracias, interesses, e dominios, chegando em alguns casos a se trasnformar em exposições etonograficas enmarcadas em ferias culturais do seculo XXI.

Esteespaço, antes propio do morador do lugar, onde as relações eram abrangentes á vizinhanza, transforma-se num area que atrai pesosas de outros lugares, de outras tribus urbanas; aparece o valor agregado do solo, ai o espaço começa a não ser um lugar de convergencias comuns, um lugar que começa a não se compartir com exógenos, então o espaço começa a ser parte do circuito etnografico que o vissita...
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