O menino do Engenho

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas: 159 (39744 palavras)
  • Download(s): 0
  • Publicado: 6 de agosto de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
José Lins do Rego em criança.

José Lins do Rego
(da Academia Brasileira de Letras)

Menino
de engenho
Prêmio Fundação Graça Aranha

Romance

Nota de
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Estudo de
ANTONIO CARLOS VILLAÇA
80ª edição

JOSÉ OLYMPIO
EDITORA
© Herdeiros de José Lins do Rego, 1957
Reservam-se os direitos desta edição à
EDITORA JOSÉ OLYMPIO LTDA.
Rua da Glória, 344/4ªandar
Rio de janeiro, RJ — República Federativa do Brasil
Printed in Brazil / Impresso no Brasil
ISBN 85.03.00341.4
Gerência editorial: MARIA AMÉLIA MELLO
Editoria: SONIA CARDOSO
Capa: RICARDO REDISCH
(baseada em ilustração de HÉLIO PAIXAO)
Produção e diagramação: ANTÔNIO HERRANZ
Editoração eletrônica: ART LINE
Revisão: ANGELA PESSOA
ANTONIO DOS PRAZERES

CTP-Brasil.Catalogação-na-fonte
Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ
Rego, José Lins do, 1901-1957.
R267m
Menino de engenho / José Lins do Rego; nota de Carlos
Drummond de Andrade; estudo de Antônio Carlos Villaça. — 80. ed. — Rio de Janeiro; José
Olympio, 2001.
Dados biobibliográficos do autor.
Prêmio Fundação Graça Aranha.
1. Romance brasileiro. I. Título.
01-0096

CDD —869.93
CDU —869.0(81)-3

À
JOSÉAMERICO DE ALMEIDA
JORGE DE LIMA
GILBERTO FREIRE
OLÍVIO MONTENEGRO

DADOS
BIOBIBLIOGRÁFICOS
DO AUTOR
A 3 DE JUNHO DE 1901 no engenho Corredor,
município de Pilar, estado da Paraíba, nasce José Lins do Rego Cavalcanti,
filho de João do Rego Cavalcanti e Amélia do Rego Cavalcanti.
Esse mundo rural do Nordeste, ligado às senzalas e ao mundo dos
senhores de engenho, dá origem àsparalelas dentro das quais se encaminha
e cresce a monumental obra de José Lins. Em 1923, já revela sua autêntica
vocação de escritor, publicando artigos em suplementos literários.
Aos 22 anos, forma-se em advocacia. Em 1924, casa-se com Philomena
Massa (Naná). Do casamento nascem três filhas: Maria Elizabeth, Maria da
Glória e Maria Cristina. Em 1925, é nomeado promotor público em Manhuaçu,
MinasGerais, onde entretanto não se demora. Deixa o Ministério Público e em
1926 transfere-se para Maceió, Alagoas, onde trabalha como fiscal de bancos.
Integra-se a um grupo de intelectuais que se tornariam seus amigos pelo resto
da vida: Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de llolatuta,
Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti e outros. Em Maceió escreve os três
primeiros romances:Menino de engenho, Doidinho e Bangüê.
Em 1932, publica seu livro de estréia, Menino de engenho, em edição
por ele custeada. Recebe o prêmio da Fundação Graça Aranha. O romancista é
saudado pela crítica com entusiasmo e a edição de dois mil exemplares é
quase toda vendida no Rio.
Dai em diante a obra de José Lins não conhece interrupções. Publica 12
romances, um volume de memórias, livros deviagem, de literatura infantil, de
conferências, de crônicas.
Em 1935, é nomeado fiscal do imposto de consumo, mudando-se para o
Rio de Janeiro, onde viveria o resto da vida.
A 15 de setembro de 1955, é eleito para a Academia Brasileira de
Letras, como sucessor de Ataulfo de Paiva.
A 12 de setembro de 1957, morre José Lins do Rego, sendo enterrado no
mausoléu da Academia, no cemitério São JoãoBatista.

OBRAS
ROMANCES
1932 Menino de engenho. Ed. do Autor, distribuído por Adersen, editor, Rio
de Janeiro; 2ª ed., 1934; e demais, Rio de Janeiro,
José Olympio.
1933 Doidinho. Rio de Janeiro, Ariel; 2ª ed., 1935; e demais. Rio de
Janeiro, José Olympio.
1934 Bangüê.*
1935 O moleque Ricardo.
1936 Usina.
1937 Pureza.
1938 Pedra Bonita.
1939 Riacho Doce.
1941 Água-mãe.
1943 Fogomorto.
1947 Eurídice.
1953 Cangaceiros.
1980 Romances reunidos e ilustrados (5 vols.). Com 290
ilustrações
de
Luís Jardim. Rio de Janeiro/Brasília,
José Olympio/INL-MEC, 1980.
CRÔNICA
1942 Gordos e magros. Rio de Janeiro, Casa do Estudante do
Brasil.
1945 Poesia e vida. Rio de Janeiro, Universal.
1952 Homens, seres e coisas. Rio de Janeiro, Serviço de
documentação
do Ministério...
tracking img