O enfrentamento do problema do crack no contexxto da saúde publica

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  • Publicado : 9 de outubro de 2012
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Sumário
rESUMO 3
INTRODUÇÃO 3
crack na Como funciona o tráfico de região metropolitana de belo horizonte? 4
Plano INTEGRADO 5
Hábitos sociais 7
Foram realizadas três entrevistas com profissionais que realizamatendimentos na saúde pública e instituição de recuperação do usuário do crack. 8
Entrevista feita com Assistente Social do município de Campo Novo de Rondônia (Fernanda Andrade da Silva) 11
CONCLUSÃO 12
REFERÊNCIAS 13



rESUMO


Este trabalho tem como objetivo apresentar os riscos do crack no contexto da saúde pública. O consumo do crack é um problema citado em 90,7% dosmunicípios, e com isso podemos ver que o crack por ser uma droga nova que vem causando sérios problemas em todos os municípios. Os perfis dos usuários são em sua maioria homens em media de idade de 14 a 35 anos. Em relação aos tratamentos desses dependentes químicos ainda e muito precário, pois os profissionais da rede publicam não está preparado para lidar com essa epidemia quem vem se alastrando no nossoPaís. Mas com o apoio de suas famílias eles têm chances de vencer esse vicio. Nos municípios os dependentes químicos podem contar com o Centro de Referencia da Assistência Social (CRAS), responsável pela atenção básica dentro da politica assistência social, este centro trabalha na prevenção as situações de vulnerabilidade social, como o consumo do crack e outras drogas, e o rompimento dos vínculosfamiliares e social.













INTRODUÇÃO

O enfrentamento do problema do crack na saúde publica, é um dos dilemas para o país, pois está fora do controle do governo, é uma droga recente na vida das famílias.
No entanto está sendo promovidos projetos para restaurar os usuários do crack, realizando programas com informações e capacitações de profissionais comações e orientações nas comunidades e entidades de saúde para a prevenção do uso do crack.















































Crack na Como funciona o tráfico de região metropolitana de belo horizonte?



O senso comum prevalecente na sociedade brasileira concebe a violência do tráfico de drogas como atributo de uma atividadecriminosa tipicamente organizada. O narcotráfico atuante nas favelas é tratado como organização estruturalmente fechada, com rigidez de papéis. Os achados da pesquisa levam a outra direção para pensarmos o fenômeno. Não parece que os conflitos estão necessariamente relacionados a uma estrutura rígida, mas, pelo contrário, à estrutura aberta de redes. O tráfico pode ser qualificado como atividadecriminosa organizada, sem dúvida alguma, mas se estrutura como rede de relacionamentos, o que é bastante singular. Uma rede é sustentada por suas conexões e o arranjo dessa integração não é planejado em toda a sua extensão. Uma determinada ordem, uma estrutura de rede é um processo emergente, condicionado pelas relações estabelecidas entre os indivíduos que a compõem. É dessa maneira que tem funcionado otráfico de drogas ilícitas, em especial o tráfico do crack região metropolitana de Belo Horizonte.


Dessa forma, a formação permanente e a qualificação da intervenção dos profissionais para o atendimento aos usuários e suas famílias, é um passo fundamental para enfraquecer a influência das drogas. Nesse sentido, é plausível a iniciativa da Presidenta Dilma Rousseff que propõe aimplantação, em todo o País, de Centros Regionais de Referência em Crack e Outras Drogas em universidades federais. Trata-se de uma ação corajosa, oportuna e extremamente necessária. Sendo assim, percebe-se que essa ação tem como objetivo contemplar uma das finalidades públicas, que é a do dever-poder. Com isso, o estabelecimento de Ações do Estado no combate sistemático, tanto de caráter nacional e...
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